Metrô de SP demite funcionário que recusou ajudar vítima de assédio
Caso ocorreu na última quarta-feira (25) na estação da Sé, no centro de São Paulo
Camila Stucaluc
Metrô de São Paulo | Divulgação/governo de SP
O Metrô de São Paulo demitiu, na quinta-feira (26), um segurança que se negou a ajudar uma vítima de assédio sexual na estação da Sé (linha 3-Vermelha). A companhia disse que a conduta do funcionário foi considerada incompatível com as diretrizes da empresa.
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O caso aconteceu na quarta-feira (25). Na data, uma passageira procurou a equipe de segurança do Metrô para relatar que teria sido assediada sexualmente por um homem. Ela foi atendida por agentes mulheres, que ofereceram acompanhamento para o registro da ocorrência. A vítima, no entanto, optou por não ser encaminhada à delegacia.
No momento em que seguranças buscavam pessoas para testemunhar a negativa, uma outra mulher procurou um funcionário que estava na plataforma, solicitando atendimento à vítima. Segundo relatos, o funcionário teria ignorado a denúncia, justificando que a "roupa curta" da mulher teria motivado o crime.
“A companhia pede desculpas à vítima e aos demais passageiros envolvidos, reforçando que não compactua com qualquer tipo de assédio, nem tolera desvios aos rigorosos treinamentos aos quais os agentes que atuam em estações são submetidos anualmente, para o acolhimento prioritário das vítimas e acionamento da rede de segurança na busca pelos autores de importunação e assédio”, disse o Metrô.
“Esses valores são inegociáveis e fazem parte de um programa estruturado de apoio às vítimas, que inclui treinamento contínuo dos colaboradores com foco em atendimento humanizado, respeitoso e eficiente, contando ainda com campanhas de orientação e postos avançados de acolhimento, como os localizados nas estações Luz e Santa Cecília”, acrescentou a companhia.
Metrô de SP demite funcionário que recusou ajudar vítima de assédioCaso ocorreu na última quarta-feira (25) na estação da Sé, no centro de São PauloBrasil2026-02-27T08:25:37.166ZO Metrô de São Paulo demitiu, na quinta-feira (26), um segurança que se negou a ajudar uma vítima de assédio sexual na estação da Sé (linha 3-Vermelha). A companhia disse que a conduta do funcionário foi considerada incompatível com as diretrizes da empresa. O caso aconteceu na quarta-feira (25). Na data, uma passageira procurou a equipe de segurança do Metrô para relatar que teria sido assediada sexualmente por um homem. Ela foi atendida por agentes mulheres, que ofereceram acompanhamento para o registro da ocorrência. A vítima, no entanto, optou por não ser encaminhada à delegacia. No momento em que seguranças buscavam pessoas para testemunhar a negativa, uma outra mulher procurou um funcionário que estava na plataforma, solicitando atendimento à vítima. Segundo relatos, o funcionário teria ignorado a denúncia, justificando que a "roupa curta" da mulher teria motivado o crime. “A companhia pede desculpas à vítima e aos demais passageiros envolvidos, reforçando que não compactua com qualquer tipo de assédio, nem tolera desvios aos rigorosos treinamentos aos quais os agentes que atuam em estações são submetidos anualmente, para o acolhimento prioritário das vítimas e acionamento da rede de segurança na busca pelos autores de importunação e assédio”, disse o Metrô. “Esses valores são inegociáveis e fazem parte de um programa estruturado de apoio às vítimas, que inclui treinamento contínuo dos colaboradores com foco em atendimento humanizado, respeitoso e eficiente, contando ainda com campanhas de orientação e postos avançados de acolhimento, como os localizados nas estações Luz e Santa Cecília”, acrescentou a companhia.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/metro-de-sp-demite-funcionario-que-recusou-ajudar-vitima-de-assedio
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