Justiça nega prisão de acusado de atropelar tio de Boulos
Amilton Jusselino Rodrigues deverá cumprir medidas cautelares; Carlos Boulos, de 80 anos, morreu três dias após incidente
SBT News
Morre Carlos Boulos, tio de Guilherme, após atropelamento em SP. | Reprodução
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou o pedido de prisão preventiva de Amilton Jusselino Rodrigues, acusado de atropelar e matar Carlos Boulos, tio de Guilherme Boulos (PSOL), ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. O caso aconteceu no dia 3 de novembro, na Avenida 23 de Maio, região central da capital paulista, após uma discussão de trânsito.
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Na decisão, o juiz Daniel de Medeiros Silva Corró argumentou que os elementos reunidos no processo não justificam, neste momento, a prisão preventiva e que o acusado não representa risco à ordem pública. Também afirmou que, embora Amilton tenha atropelado a vítima e fugido do local, o motorista se apresentou espontaneamente à delegacia, momentos depois, para registrar o fato.
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O magistrado determinou que o acusado cumpra medidas cautelares. Entre elas estão a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o comparecimento mensal ao fórum, a comunicação imediata à Justiça em caso de mudança de endereço e a proibição de ficar fora de sua residência por mais de oito dias sem autorização judicial.
Carlos Boulos, de 80 anos, morreu na madrugada de terça-feira (6), após ser atropelado na Avenida 23 de Maio, em São Paulo. Ele chegou a ser internado em estado grave no Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo as investigações, Amilton teria parado o seu carro em meio ao trânsito após uma batida contra o carro de Carlos. Na ocasião, o tio do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República desceu do veículo, momento em que foi atingido por Amilton, que fugiu sem prestar socorro
A ação foi registrada em vídeo por uma testemunha, o que ajudou a polícia a identificar o veículo e o condutor. Inicialmente, o caso foi registrado como tentativa de homicídio. Com a confirmação da morte de Carlos, a ocorrência foi alterada para homicídio consumado.
Amilton foi indiciado por homicídio doloso. Em comunicado, a defesa do acusado afirmou que a dinâmica do atropelamento ainda deverá ser esclarecida pelas imagens, pela perícia e pelos demais elementos da investigação. Disse, ainda, que Amilton deixou o local sem prestar socorro porque se sentiu ameaçado.
Justiça nega prisão de acusado de atropelar tio de BoulosAmilton Jusselino Rodrigues deverá cumprir medidas cautelares; Carlos Boulos, de 80 anos, morreu três dias após incidenteBrasil2026-10-21T07:01:00.000ZO Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou o pedido de prisão preventiva de Amilton Jusselino Rodrigues, acusado de , tio de Guilherme Boulos (PSOL), ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. O caso aconteceu no dia 3 de novembro, na Avenida 23 de Maio, região central da capital paulista, após uma discussão de trânsito. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Na decisão, o juiz Daniel de Medeiros Silva Corró argumentou que os elementos reunidos no processo não justificam, neste momento, a prisão preventiva e que o acusado não representa risco à ordem pública. Também afirmou que, embora Amilton tenha atropelado a vítima e fugido do local, o motorista se apresentou espontaneamente à delegacia, momentos depois, para registrar o fato. O magistrado determinou que o acusado cumpra medidas cautelares. Entre elas estão a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o comparecimento mensal ao fórum, a comunicação imediata à Justiça em caso de mudança de endereço e a proibição de ficar fora de sua residência por mais de oito dias sem autorização judicial. Carlos Boulos, de 80 anos, morreu na madrugada de terça-feira (6), após ser atropelado na Avenida 23 de Maio, em São Paulo. Ele chegou a ser internado em estado grave no Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo as investigações, Amilton teria parado o seu carro em meio ao trânsito após uma batida contra o carro de Carlos. Na ocasião, o tio do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República desceu do veículo, momento em que foi atingido por Amilton, que fugiu sem prestar socorro A ação foi registrada em vídeo por uma testemunha, o que ajudou a polícia a identificar o veículo e o condutor. Inicialmente, o caso foi registrado como tentativa de homicídio. Com a confirmação da morte de Carlos, a ocorrência foi alterada para homicídio consumado. . Em comunicado, a defesa do acusado afirmou que a dinâmica do atropelamento ainda deverá ser esclarecida pelas imagens, pela perícia e pelos demais elementos da investigação. Disse, ainda, que Amilton deixou o local sem prestar socorro porque se sentiu ameaçado.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/justica-nega-prisao-de-acusado-de-atropelar-tio-de-boulos
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