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Exército reduz número de armas que podem ser compradas por policiais e bombeiros

Regra anterior, que permitia a compra de até seis armas, foi suspensa por Ricardo Lewandowski

Exército reduz número de armas que podem ser compradas por policiais e bombeiros
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O Exército publicou uma portaria nesta segunda-feira (20) na qual diminui a quantidade de armas que podem ser compradas por policiais militares, bombeiros e servidores do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

+Novos registro de armas para defesa pessoal cai 82% em 2023

A partir das novas regras, esse grupo poderá adquirir, quando em serviço, até quatro armas de fogo, sendo duas de uso restrito. Para os aposentados, o limite passa a ser de duas armas, todas de uso permitido.

De acordo com o Exército, o novo ato foi concluído “após tratativas com membros dos Poderes Executivo e Judiciário”.

Anteriormente, de acordo com portaria publicada em janeiro, policiais militares, bombeiros e agentes do GSI tinham o direito de adquirir até seis armas, sendo cinco de uso restrito. No entanto, Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça, suspendeu a medida dias depois.

Lewandowski se mostrou contrário à popularização de armas como os fuzis, com o receio de que autorizações para muitas armas com alto poder destrutivo resultam em desvios.

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