Exército reduz número de armas que podem ser compradas por policiais e bombeiros
Regra anterior, que permitia a compra de até seis armas, foi suspensa por Ricardo Lewandowski
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Samir Mello
O Exército publicou uma portaria nesta segunda-feira (20) na qual diminui a quantidade de armas que podem ser compradas por policiais militares, bombeiros e servidores do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
A partir das novas regras, esse grupo poderá adquirir, quando em serviço, até quatro armas de fogo, sendo duas de uso restrito. Para os aposentados, o limite passa a ser de duas armas, todas de uso permitido.
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De acordo com o Exército, o novo ato foi concluído “após tratativas com membros dos Poderes Executivo e Judiciário”.
Anteriormente, de acordo com portaria publicada em janeiro, policiais militares, bombeiros e agentes do GSI tinham o direito de adquirir até seis armas, sendo cinco de uso restrito. No entanto, Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça, suspendeu a medida dias depois.
Lewandowski se mostrou contrário à popularização de armas como os fuzis, com o receio de que autorizações para muitas armas com alto poder destrutivo resultam em desvios.
Exército reduz número de armas que podem ser compradas por policiais e bombeirosRegra anterior, que permitia a compra de até seis armas, foi suspensa por Ricardo Lewandowski
Brasil2024-05-20T20:50:43.888ZO publicou uma portaria nesta segunda-feira (20) na qual diminui a quantidade de armas que podem ser compradas por policiais militares, bombeiros e servidores do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). A partir das novas regras, esse grupo poderá adquirir, quando em serviço, até quatro armas de fogo, sendo duas de uso restrito. Para os aposentados, o limite passa a ser de duas armas, todas de uso permitido. De acordo com o Exército, o novo ato foi concluído “após tratativas com membros dos Poderes Executivo e Judiciário”. Anteriormente, de acordo com portaria publicada em janeiro, policiais militares, bombeiros e agentes do GSI tinham o direito de adquirir até seis armas, sendo cinco de uso restrito. No entanto, Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça, suspendeu a medida dias depois. Lewandowski se mostrou contrário à popularização de armas como os fuzis, com o receio de que autorizações para muitas armas com alto poder destrutivo resultam em desvios.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/exercito-reduz-numero-de-armas-que-podem-ser-compradas-por-policiais-e-bombeiros-1
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