Exclusivo: governador Cláudio Castro afirma que megaoperação marca o início da retomada do Rio de Janeiro
Cláudio disse que megaoperação, que deixou mais de 121 mortos, foi golpe duríssimo para organização criminosa e afirmou que é preciso resolver "esse problema"
A
Alô, Você
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, falou com exclusividade ao Alô, Você nesta quarta-feira (29), um dia após a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, considerada a mais letal da história do estado, com mais de 121 mortos.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
“O Rio de Janeiro deu um grande golpe na criminalidade. Ontem foi um duríssimo golpe. Essa operação é um marco. Marca o início da retomada do Rio de Janeiro”, afirmou o governador em entrevista a Luiz Bacci.
Castro destacou que o estado demonstrou ser possível garantir segurança pública e reforçou que o problema da violência ultrapassa as fronteiras do Rio. “O Rio de Janeiro faz parte da solução do Brasil. Esse é um problema de segurança pública do país inteiro, não apenas do Rio de Janeiro”, disse.
O gvernador também revelou ter se reunido com mais de dez governadores de diferentes estados, que colocaram suas forças policiais à disposição do Rio. “Precisamos solucionar esse problema”, completou.
A megaoperação das forças de segurança do Estado do Rio de Janeiro, deflagrada na terça-feira (28), nos Complexos da Penha e do Alemão, é considerada a mais letal da história fluminense. A ação, batizada de Operação Contenção, teve como objetivo desarticular lideranças do Comando Vermelho que atuam na região.
Cerca de 2.500 policiais civis e militares cumpriram mandados de prisão e busca na região. Ao todo, 113 suspeitos foram presos e 118 armas apreendidas.
A ação superou em número de mortos as duas operações mais violentas anteriores: a do Jacarezinho, em maio de 2021, que deixou 28 mortos, e a da Vila Cruzeiro, em maio de 2022, com 24 mortes, ambas realizadas durante o governo de Cláudio Castro (PL).
Exclusivo: governador Cláudio Castro afirma que megaoperação marca o início da retomada do Rio de JaneiroCláudio disse que megaoperação, que deixou mais de 121 mortos, foi golpe duríssimo para organização criminosa e afirmou que é preciso resolver "esse problema"Brasil2025-10-29T15:50:54.172ZO governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, falou com exclusividade ao Alô, Você nesta quarta-feira (29), um dia após a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, considerada a mais letal da história do estado, com mais de 121 mortos. “O Rio de Janeiro deu um grande golpe na criminalidade. Ontem foi um duríssimo golpe. Essa operação é um marco. Marca o início da retomada do Rio de Janeiro”, afirmou o governador em entrevista a Luiz Bacci. Castro destacou que o estado demonstrou ser possível garantir segurança pública e reforçou que o problema da violência ultrapassa as fronteiras do Rio. “O Rio de Janeiro faz parte da solução do Brasil. Esse é um problema de segurança pública do país inteiro, não apenas do Rio de Janeiro”, disse. O gvernador também revelou ter se reunido com mais de dez governadores de diferentes estados, que colocaram suas forças policiais à disposição do Rio. “Precisamos solucionar esse problema”, completou. Megaoperação A megaoperação das forças de segurança do Estado do Rio de Janeiro, deflagrada na terça-feira (28), nos Complexos da Penha e do Alemão, é considerada a mais letal da história fluminense. A ação, batizada de Operação Contenção, teve como objetivo desarticular lideranças do Comando Vermelho que atuam na região. Cerca de 2.500 policiais civis e militares cumpriram mandados de prisão e busca na região. Ao todo, 113 suspeitos foram presos e 118 armas apreendidas. Houve relatos de intensos tiroteios, barricadas incendiadas em vias expressas e até o uso de drones por criminosos para tentar impedir o avanço policial. A ação superou em número de mortos as duas operações mais violentas anteriores: a do Jacarezinho, em maio de 2021, que deixou 28 mortos, e a da Vila Cruzeiro, em maio de 2022, com 24 mortes, ambas realizadas durante o governo de Cláudio Castro (PL). Os corpos, que não aparecem no balanço oficial divulgado pelo governo do estado, foram levados para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã. Com isso, o número de mortos na operação pulou para mais de 130. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/exclusivo-governador-claudio-castro-afirma-que-megaoperacao-marca-o-inicio-da-retomada-do-rio-de-janeiro
ACM Neto dobra fortuna com corretora ligada ao Master
Candidato ao governo da Bahia declarou R$ 85 milhões em patrimônio ao TSE; OUTRO LADO: valor é fruto de aplicações e atividades empresariais, diz ACM Neto