Suspeito de matar ex e filho é incluído em lista da Interpol
Eric Conrado Alves de Almeida, procurado pelas mortes da advogada Anna Gabriela Faria Lima e do filho dela, de 6 anos, tem passaportes brasileiro e português
Por Emanuelle Menezes, Fabio Diamante e Robinson Cerantula
Suspeito de matar advogada ligou para escritório e revelou mortes. | Reprodução
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que a Justiça decretou a prisão temporária de Eric a pedido da Polícia Civil. Nesta quarta-feira (4), investigadores fizeram buscas em vários endereços em Campinas, inclusive na casa da irmã do empresário, mas ele não foi encontrado.
O suspeito, que tem passaportes brasileiro e português, é considerado foragido.
Ligação do suspeito levou polícia até os corpos
Segundo o boletim de ocorrência, Eric ligou para um escritório de advocacia de Campinas, se apresentou como cliente e confessou ter matado Anna Gabriela e Raphael. Ele também informou o endereço do apartamento onde estavam os corpos.
A advogada que recebeu as informações procurou a Delegacia de Polícia de Cotia. A partir do relato, policiais foram ao condomínio e encontraram mãe e filho mortos na noite de terça-feira (3). A família havia registrado um boletim de ocorrência de desaparecimento no 2º Distrito Policial da Granja Viana.
Câmeras mostram suspeito saindo sozinho
Imagens das câmeras do condomínio registraram a chegada de Anna Gabriela, Raphael e Eric em 1º de novembro, por volta das 21h35. O suspeito deixou o prédio sozinho na madrugada do dia seguinte, por volta das 2h14.
Testemunhas ouvidas pela polícia relataram que o relacionamento era marcado por términos e reconciliações e citaram episódios de violência doméstica, ameaças e perseguição. Uma delas afirmou que Eric teria exibido uma arma de fogo para intimidar a ex-companheira.
A Polícia Civil investiga a morte de Anna Gabriela como feminicídio e a de Raphael como vicaricídio. A Polícia Civil apura as circunstâncias e a motivação das mortes.
Suspeito de matar ex e filho é incluído em lista da InterpolEric Conrado Alves de Almeida, procurado pelas mortes da advogada Anna Gabriela Faria Lima e do filho dela, de 6 anos, tem passaportes brasileiro e portuguêsBrasil2026-11-04T22:38:19.633ZO empresário Eric Conrado Alves de Almeida, de 41 anos, foi incluído na lista de procurados da Interpol, informou a Polícia Civil de São Paulo. Ele é suspeito de , de 6, em Cotia, na Grande São Paulo. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que a Justiça decretou a prisão temporária de Eric a pedido da Polícia Civil. Nesta quarta-feira (4), investigadores fizeram buscas em vários endereços em Campinas, inclusive na casa da irmã do empresário, mas ele não foi encontrado. O suspeito, que tem passaportes brasileiro e português, é considerado foragido. Ligação do suspeito levou polícia até os corpos Segundo o boletim de ocorrência, Eric ligou para um escritório de advocacia de Campinas, se apresentou como cliente e confessou ter matado Anna Gabriela e Raphael. Ele também informou o endereço do apartamento onde estavam os corpos. A advogada que recebeu as informações procurou a Delegacia de Polícia de Cotia. A partir do relato, policiais foram ao condomínio e na noite de terça-feira (3). A família havia registrado um boletim de ocorrência de desaparecimento no 2º Distrito Policial da Granja Viana. Câmeras mostram suspeito saindo sozinho Imagens das câmeras do condomínio registraram a chegada de Anna Gabriela, Raphael e Eric em 1º de novembro, por volta das 21h35. O suspeito deixou o prédio sozinho na madrugada do dia seguinte, por volta das 2h14. Testemunhas ouvidas pela polícia relataram que o relacionamento era marcado por términos e reconciliações e citaram episódios de violência doméstica, ameaças e perseguição. Uma delas afirmou que Eric teria exibido uma arma de fogo para intimidar a ex-companheira. A Polícia Civil investiga a morte de Anna Gabriela como feminicídio e a de Raphael como vicaricídio. A Polícia Civil apura as circunstâncias e a motivação das mortes.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/ex-e-filho-mortos-policia-quer-incluir-suspeito-na-interpol
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