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Brasil

Anvisa reúne informações para decidir sobre venda e uso de cigarros eletrônicos

Prazo para coleta de evidências técnicas e científicas termina nesta semana

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cigarro eletrônico
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Termina nesta semana o prazo para a coleta de evidências técnicas e científicas, pela Agência Nacional de Vigilância Solitária (Anvisa), sobre os cigarros eletrônicos. O objetivo é reunir informações para decidir sobre a venda e o uso desses produtos no país. 

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Logo após o surgimento dos primeiros cigarros eletrônicos, na década passada, a Anvisa proibiu a venda, importação e propaganda desses produtos no Brasil. Contudo, não é difícil encontrar os dispositivos em comércios tradicionais e na internet. 

Para evitar os transtornos do cigarro tradicional, Rose Costa passou a usar o eletrônico, mas ela percebeu algo errado: "comecei a sentir minha garganta diferente e quando eu tomava o líquido ela queimava". 

Segundo os médicos, isso acontece porque os chamados dispositivos eletrônicos para fumar têm as mesmas características dos cigarros tradicionais, mas são ainda mais nocivos à saúde. Um estudo do Instituto Nacional do Câncer também mostra que, em vez de ajudar uma pessoa a deixar o vício, eles podem aumentar em até 4 vezes as chances de começar a usar, se tornar um fumante convencional. 

Em função disso, há quase dois anos a Anvisa reabriu o debate sobre a regulamentação ou não dos cigarros eletrônicos no país. Nesta 2ª feira (9.mai), um encontro virtual reuniu representantes de diversas entidades médicas. 

Para o representante do Conselho Federal de Medicina, Alcindo Cerci Neto, é preciso mostrar para a sociedade os perigos do cigarro eletrônico.  

"Diferente do cigarro convencional, que demora às vezes 20 ou 30 anos para manifestar doenças no usuário, o cigarro eletrônico tem mostrado essa agressividade em menos tempo", conta Alcindo Cerci Neto. 

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