2 meses da tragédia no Sul: mais de 6 mil pessoas ainda não podem voltar para casa
Cerca de 158 abrigos permanecem ativos desde que as chuvas assolaram o Estado
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Luciane Kohlmann
Abrigo no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE) em Porto Alegre | Jürgen Mayrhofer/Governo do Estado do RS
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Os levantamentos mais recentes do governo estadual, divulgados nesta segunda-feira (1º), registram uma queda de 89% do número de pessoas em abrigos em relação ao pico da situação de emergência local. Mas a situação da população não foi normalizada: cerca de 158 abrigos permanecem ativos em 48 municípios gaúchos.
Com o objetivo de reverter a situação e dar lares definitivos aos desalojados pelas chuvas, os governos municipais, estadual e federal, além de entidades sem fins lucrativos, mobilizam iniciativas de moradia para um cenário que desafia a lógica das políticas públicas da área.
As principais medidas nesse âmbito são os Centros Humanitários estruturados em Porto Alegre e em Canoas, e o programa de compra de imóveis pelo governo federal, que já teve o processo credenciamento aberto pelas prefeituras. Entenda como funciona.
2 meses da tragédia no Sul: mais de 6 mil pessoas ainda não podem voltar para casaCerca de 158 abrigos permanecem ativos desde que as chuvas assolaram o EstadoBrasil2024-07-02T23:43:44.630Z, 6.554 pessoas ainda não podem voltar para casa ou não têm uma residência para onde voltar no estado. Os levantamentos mais recentes do governo estadual, divulgados nesta segunda-feira (1º), registram uma queda de 89% do número de pessoas em abrigos em relação ao pico da situação de emergência local. Mas a situação da população não foi normalizada: cerca de 158 abrigos permanecem ativos em 48 municípios gaúchos. + Veja também: Com o objetivo de reverter a situação e dar lares definitivos aos desalojados pelas chuvas, os governos municipais, estadual e federal, além de entidades sem fins lucrativos, mobilizam iniciativas de moradia para um cenário que desafia a lógica das políticas públicas da área. As principais medidas nesse âmbito são os Centros Humanitários estruturados em Porto Alegre e em Canoas, e o programa de compra de imóveis pelo governo federal, que já teve o processo credenciamento aberto pelas prefeituras. .São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/2-meses-da-tragedia-no-sul-mais-de-6-mil-pessoas-ainda-nao-podem-voltar-para-casa