Cinco anos após o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, a família ainda cobra respostas. Em julho de 2013, ele foi levado para prestar depoimento na Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha, onde vivia, e nunca mais foi visto.
Treze policiais foram condenados por tortura seguida de morte, fraude processual e ocultação de cadáver. Além de brigar na Justiça para receber uma indenização de R$ 3,9 milhões, a família também tenta descobrir o que houve com o corpo da vítima, que nunca foi localizado.