Política

Atacar PJs aumenta informalidade, diz coordenador de Flávio

Senador Rogerio Marinho defende redução do custo da mão de obra

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Raquel Landim
Senador Rogério Marinho (PL-RN) | Divulgação/Geraldo Magela/Agência Senado

Senador Rogério Marinho (PL-RN) | Divulgação/Geraldo Magela/Agência Senado

Coordenador da campanha à reeleição de Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogerio Marinho (PL-RN) criticou a proposta do governo Lula de combater a “pejotização abusiva”.

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Marinho afirma que esse tipo de medida vai aumentar os litígios na Justiça do Trabalho e a informalidade.

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“Vai ser objeto de contestação judicial, porque essa contratação está legalizada. Empresas vão buscar novas formas de reduzir seu custo, aumentando a informalidade”, disse à coluna.

Em entrevista ao Estadão, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o governo precisa reduzir a “pejotização abusiva” para combater o déficit da Previdência. Durigan é o porta-voz da campanha de Lula para assuntos econômicos.

Na avaliação do senador, o Brasil precisa reduzir o custo de contratação para estimular a formalidade e reduzir o déficit da Previdência. “O problema do país não é a pejotização, mas a carga tributária excessiva”.

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