Tecnologia

iPhone laranja foi estratégia da Apple para atrair público chinês

Clientes da China voltaram a se interessar por aparelhos da Apple com novo tom alaranjado viral nas redes sociais

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iPhone 17 laranja | Freepik

O mercado consumidor da China voltou a demonstrar interesse crescente em iPhones com o lançamento da linha 17 dos celulares da Apple. A procura é, mais especificamente, em torno dos aparelhos de cor laranja, a tonalidade destaque nas campanhas digitais e também escolhida para protagonizar a divulgação feita com a cantora pop Dua Lipa.

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Chamada "laranja-cósmico", a cor se tornou viral nas redes sociais após milhares de clientes da China compartilharem seus vídeos exibindo o recém-adquirido smartphone.

Assim, o novo design da marca posicionou os celulares como itens luxuosos e ajudou a fazer com que as vendas de iPhone na China quebrassem um recorde no último relatório fiscal da empresa.

Foram US$ 26 bilhões registrados em vendas da linha 17, representando um aumento de 38% em comparação com o período homólogo.

Além da China

Não foi somente a China que a Apple conquistou com o iPhone 17, independente da cor. Ao longo de 2025, 7 dos 10 celulares mais comercializados em todo o mundo foram da maçã, conforme apontou uma pesquisa de mercado feita pela Counterpoint. Apareceram, em ordem do mais ao menos vendido, os aparelhos iPhone 16, iPhone 16 Pro Max, iPhone 16 Pro, iPhone 17 Pro Max, iPhone 17, iPhone 15 e iPhone 16e.

O analista Harshit Rastogi contou ao Counterpoint que o iPhone 17 cresceu significativamente ao longo de 2025 e alcançou "16% das vendas adicionais do que a linha antecessora durante o primeiro trimestre" do ano. O recente interesse fez com que a maçã registrasse aumento de 7% nas ações, porcentagem que declara o rápido impacto dos novos aparelhos na situação econômica global da empresa.

Para Nabila Popal, pesquisadora sênior da consultoria IDC, foi a combinação do laranja chamativo com o novo visual traseiro dos aparelhos que ajudou a conquistar compradores no primeiro ciclo de vendas dos novos modelos. O momento é considerado um renascimento da Apple na China, que há três anos perde espaço de mercado para as rivais Huawei e Xiaomi e enfrenta problemas para a liberação de uso de inteligência artificial no país devido a divergências entre Beijing e Washington.

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