“Proibição não impede consumo”, diz associação da indústria sobre decisão da Anvisa
Associação Brasileira da Indústria do Fumo critica decisão que mantém proibição para fabricação, comercialização e transporte de cigarros eletrônicos
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Samir Mello
Cigarro eletrônico ainda é proibido no Brasil | Pixabay
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) votou, na tarde desta sexta-feira (19), por manter a proibição de comercialização, fabricação, armazenamento, transporte e propaganda dos cigarros eletrônicos no Brasil. A Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) criticou a decisão, defendendo que a proibição não impede avanço do consumo.
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“A Anvisa ignora o aprendizado de mais de 80 países que já autorizaram a venda de Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) com regras claras para controle fitossanitário, restrição de pontos de venda e tributação dos fabricantes”. A associação cita Estados Unidos, Canadá, União Europeia, Japão e diversos outros países que “buscaram regulações inteligentes que protegem os consumidores, permitindo que eles adquiram produtos legais e testados, em vez de financiar o crime organizado”.
“A proibição dos cigarros eletrônicos não impediu o avanço do consumo no Brasil”, continuou a entidade, afirmando também que o posicionamento da Anvisa “contraria o resultado da consulta pública realizada pela própria agência, em que 59% dos participantes declararam que a manutenção da proibição tem impactos negativos para o país”.
A Abifumo apela para que o Congresso Nacional e o governo federal ampliem o debate em busca de uma legislação “em linha com as principais experiências do mundo, que garanta dispositivos seguros e com controle de origem, inclusive com medidas rígidas de prevenção do consumo por menores de 18 anos”.
“Proibição não impede consumo”, diz associação da indústria sobre decisão da AnvisaAssociação Brasileira da Indústria do Fumo critica decisão que mantém proibição para fabricação, comercialização e transporte de cigarros eletrônicos
Saúde2024-04-19T21:26:52.942ZA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) votou, na tarde desta sexta-feira (19), por manter a proibição de comercialização, fabricação, armazenamento, transporte e propaganda dos no Brasil. A Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) criticou a decisão, defendendo que a proibição não impede avanço do consumo. “A Anvisa ignora o aprendizado de mais de 80 países que já autorizaram a venda de Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) com regras claras para controle fitossanitário, restrição de pontos de venda e tributação dos fabricantes”. A associação cita Estados Unidos, Canadá, União Europeia, Japão e diversos outros países que “buscaram regulações inteligentes que protegem os consumidores, permitindo que eles adquiram produtos legais e testados, em vez de financiar o crime organizado”. “A proibição dos cigarros eletrônicos não impediu o avanço do consumo no Brasil”, continuou a entidade, afirmando também que o posicionamento da Anvisa “contraria o resultado da consulta pública realizada pela própria agência, em que 59% dos participantes declararam que a manutenção da proibição tem impactos negativos para o país”. A Abifumo apela para que o Congresso Nacional e o governo federal ampliem o debate em busca de uma legislação “em linha com as principais experiências do mundo, que garanta dispositivos seguros e com controle de origem, inclusive com medidas rígidas de prevenção do consumo por menores de 18 anos”.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/proibicao-nao-impede-consumo-diz-abifumo-sobre-decisao-da-anvisa