Casos de síndrome respiratória aguda grave sobem no país
Segundo Fiocruz, incidência de SRAG por Covid-19 afeta mais crianças de até dois anos e idosos a partir de 65 anos de idade
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Vitória Santiago
29/03/2024, 16:00 • Atualizado em 29/03/2024, 16:00
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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda grave (SRAG) aumentaram em crianças, jovens e adultos em todo o Brasil. Dados do boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na quinta-feira (28), mostram que a alta de casos é causada pelo crescimento da circulação de diferentes vírus respiratórios como vírus sincical respiratório (VSR) e rinovírus. Ao todo, 23 capitais do país apresentam crescimento de SRAG. Crianças e idosos são os mais afetados pela doença.
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O boletim indica também uma tendência de queda de casos de SRAG na população a partir dos 50 anos de idade, devido à diminuição dos casos de Covid-19 nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. O levantamento é referente ao período de 17 a 23 deste mês.
Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, afirma que houve queda no número de internações associadas à Covid-19 no Centro-Sul, mas ressalta que houve aumento de vírus sincical respiratória (VSR) em praticamente todas as regiões do país.
Mortalidade
A incidência de SRAGporCovid-19 continua afetando mais em crianças de até dois anos e idosos a partir de 65 anos de idade.
Além do Covid-19, o rinovírus é responsável pelo aumento de casos em crianças menores. Já o vírus influenza vem aumentando a incidência de SRAG em crianças, pré-adolescentes e idosos.
A mortalidade por SRAG tem se mantido significativamente mais elevada nos idosos, com amplo predomínio de Covid-19.
Internações em São Paulo e Rio
Há estabilidade no cenário de internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave em São Paulo e no Rio de Janeiro. Embora os casos de Covid-19 tenham caído, foram compensados pelo aumento nas internações pelos demais vírus respiratórios.
“Se olhamos apenas para as crianças, onde principalmente o VSR e o rinovírus estão mais presentes nas internações, vemos claramente o sinal de aumento expressivo de SRAG”, explica Gomes.
O coordenador também alertou sobre a importância de ações preventivas, como uso de máscara em caso de sintomas, e de tomar a vacina contra a influenza.
Capitais com crescimento de Síndrome Respiratória Aguda grave
São 23 capitais brasileiras:
Aracaju (SE),
Belém (PA),
Plano piloto e arredores de Brasília (DF),
Campo Grande (MS),
Curitiba (PR),
Florianópolis (SC),
Fortaleza (CE),
Goiânia (GO),
João Pessoa (PB),
Macapá (AP),
Maceió (AL),
Manaus (AM),
Natal (RN),
Palmas (TO),
Porto Alegre (RS),
Porto Velho (RO),
Recife (PE),
Rio Branco (AC),
Rio de Janeiro (RJ),
Salvador (BA),
São Luís (MA),
Teresina (PI)
Vitória (ES).
Casos de síndrome respiratória aguda grave sobem no paísSegundo Fiocruz, incidência de SRAG por Covid-19 afeta mais crianças de até dois anos e idosos a partir de 65 anos de idadeSaúde2024-03-29T16:00:07.355ZOs casos de Síndrome Respiratória Aguda grave (SRAG) aumentaram em crianças, jovens e adultos em todo o Brasil. Dados do boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na quinta-feira (28), mostram que a alta de casos é causada pelo crescimento da circulação de diferentes vírus respiratórios como vírus sincical respiratório (VSR) e rinovírus. Ao todo, 23 capitais do país apresentam crescimento de SRAG. Crianças e idosos são os mais afetados pela doença. O boletim indica também uma tendência de queda de casos de SRAG na população a partir dos 50 anos de idade, devido à diminuição dos casos de Covid-19 nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. O levantamento é referente ao período de 17 a 23 deste mês. Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, afirma que houve queda no número de internações associadas à Covid-19 no Centro-Sul, mas ressalta que houve aumento de vírus sincical respiratória (VSR) em praticamente todas as regiões do país. Mortalidade A incidência de SRAG por Covid-19 continua afetando mais em crianças de até dois anos e idosos a partir de 65 anos de idade. Além do Covid-19, o rinovírus é responsável pelo aumento de casos em crianças menores. Já o vírus influenza vem aumentando a incidência de SRAG em crianças, pré-adolescentes e idosos. A mortalidade por SRAG tem se mantido significativamente mais elevada nos idosos, com amplo predomínio de Covid-19. Internações em São Paulo e Rio Há estabilidade no cenário de internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave em São Paulo e no Rio de Janeiro. Embora os casos de Covid-19 tenham caído, foram compensados pelo aumento nas internações pelos demais vírus respiratórios. “Se olhamos apenas para as crianças, onde principalmente o VSR e o rinovírus estão mais presentes nas internações, vemos claramente o sinal de aumento expressivo de SRAG”, explica Gomes. O coordenador também alertou sobre a importância de ações preventivas, como uso de máscara em caso de sintomas, e de tomar a vacina contra a influenza. Capitais com crescimento de Síndrome Respiratória Aguda grave São 23 capitais brasileiras: São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/fiocruz-casos-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-sobem-no-pais-2
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