Especialistas alertam: testes caseiros não detectam metanol em bebidas com segurança
Químicos da USP explicam que apenas exames laboratoriais podem identificar a presença da substância com precisão
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Flavia Travassos, Victor Ferreira
08/10/2025, 00:53 • Atualizado em 08/10/2025, 01:28
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Testes caseiros para identificar a presença de metanol em bebidas não são confiáveis e não têm comprovação científica. O alerta foi feito por químicos ouvidos pelo SBT Brasil. Segundo os especialistas, técnicas divulgadas em vídeos na internet também podem representar risco à saúde.
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No Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), o equipamento utilizado pelo Instituto de Criminalística para analisar casos suspeitos de intoxicação é o cromatógrafo de gás. Nesse aparelho, as substâncias das amostras — de bebida ou de sangue — são separadas e colocadas para análise. Em cerca de oito minutos, o resultado fica pronto.
Outro equipamento, mais sofisticado, realiza a ressonância nuclear magnética das amostras, também capaz de indicar se há ou não presença de metanol.
O aumento nos casos de intoxicação por metanol já começa a impactar a economia. Em São Paulo, apenas no último fim de semana, o movimento em bares e restaurantes caiu quase 30% (27%), enquanto o faturamento com bebidas destiladas teve redução de mais de 50% (52%).
Especialistas alertam: testes caseiros não detectam metanol em bebidas com segurançaQuímicos da USP explicam que apenas exames laboratoriais podem identificar a presença da substância com precisãoSaúde2025-10-08T00:53:52.081ZTestes caseiros para identificar a presença de metanol em bebidas não são confiáveis e não têm comprovação científica. O alerta foi feito por químicos ouvidos pelo SBT Brasil. Segundo os especialistas, técnicas divulgadas em vídeos na internet também podem representar risco à saúde. De acordo com os especialistas, apenas testes realizados em laboratórios são capazes de confirmar, com segurança, se há ou não metanol em uma amostra. No Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), o equipamento utilizado pelo Instituto de Criminalística para analisar casos suspeitos de intoxicação é o cromatógrafo de gás. Nesse aparelho, as substâncias das amostras — de bebida ou de sangue — são separadas e colocadas para análise. Em cerca de oito minutos, o resultado fica pronto. Outro equipamento, mais sofisticado, realiza a ressonância nuclear magnética das amostras, também capaz de indicar se há ou não presença de metanol. O aumento nos casos de intoxicação por metanol já começa a impactar a economia. Em São Paulo, apenas no último fim de semana, o movimento em bares e restaurantes caiu quase 30% (27%), enquanto o faturamento com bebidas destiladas teve redução de mais de 50% (52%).São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/especialistas-alertam-testes-caseiros-nao-detectam-metanol-em-bebidas-com-seguranca
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