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A menina estava internada desde 15 de agosto. Em 19 de agosto, o Departamento de Saúde da Louisiana confirmou que um morador do estado havia sido infectado pela ameba.
Segundo o Departamento, a exposição provavelmente ocorreu durante um banho no Lago Claiborne, no condado de Claiborne. Posteriormente, familiares e amigos identificaram Lillian como a pessoa infectada.
A morte da menina foi comunicada pela família em uma publicação nas redes sociais. “As lesões no cérebro eram graves demais para que seu pequeno corpo se recuperasse”, disseram os familiares.
A Naegleria fowleri é uma ameba microscópica que pode ser encontrada em água doce aquecida, como lagos, rios e lagoas. A infecção é extremamente rara, mas costuma ser grave e frequentemente fatal.
O risco ocorre principalmente quando a água contaminada entra pelo nariz. A ameba pode então chegar ao cérebro e provocar uma infecção chamada meningoencefalite amebiana primária, uma inflamação grave do cérebro e das meninges.
A doença não é contraída simplesmente ao engolir água contaminada e não há transmissão de pessoa para pessoa.
Segundo as informações divulgadas pelas autoridades de saúde dos Estados Unidos, a Naegleria fowleri pode estar presente em ambientes de água doce e quente, especialmente durante os meses de verão.
A ameba não é encontrada em água salgada e não costuma representar risco em piscinas que são adequadamente tratadas e cloradas.
Apesar da gravidade, os casos são muito incomuns. Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) indicam que cerca de 180 infecções foram identificadas no país desde 1937.
No Brasil, o primeiro caso confirmado por exames ocorreu no Ceará, em 2024. Uma criança de 1 ano e 3 meses, de Caucaia, morreu em setembro daquele ano após desenvolver meningoencefalite amebiana primária. Testes laboratoriais confirmaram a presença de Naegleria fowleri.
A conclusão da Secretaria Estadual de Saúde do Ceará é que a criança foi infectada pela água do açude que abastece o assentamento onde a família vive. Depois disso, recomendou a desinfecção do reservatório.
Vale ressaltar que a infecção humana é muito rara. O risco está relacionado principalmente à entrada de água contaminada pelo nariz, e a doença não é transmitida de pessoa para pessoa.
Entenda "ameba comedora de cérebro" que matou menina nos EUACaso de criança de 8 anos na Louisiana teria relação com um mergulho em um lago; Naegleria fowleri pode causar uma grave infecção cerebralSaúde2026-08-25T11:56:11.780ZUma , conhecida popularmente como “ameba comedora de cérebro”, na Louisiana, nos Estados Unidos. Lillian Smart morreu no último sábado (22), um dia depois de completar aniversário, segundo a família. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. A menina estava internada desde 15 de agosto. Em 19 de agosto, o Departamento de Saúde da Louisiana confirmou que um morador do estado havia sido infectado pela ameba. Segundo o Departamento, a exposição provavelmente ocorreu durante um banho no Lago Claiborne, no condado de Claiborne. Posteriormente, familiares e amigos identificaram Lillian como a pessoa infectada. A morte da menina foi comunicada pela família em uma publicação nas redes sociais. “As lesões no cérebro eram graves demais para que seu pequeno corpo se recuperasse”, disseram os familiares. O que é a Naegleria fowleri A Naegleria fowleri é uma ameba microscópica que pode ser encontrada em água doce aquecida, como lagos, rios e lagoas. A infecção é extremamente rara, mas costuma ser grave e frequentemente fatal. O risco ocorre principalmente quando a água contaminada entra pelo nariz. A ameba pode então chegar ao cérebro e provocar uma infecção chamada meningoencefalite amebiana primária, uma inflamação grave do cérebro e das meninges. A doença não é contraída simplesmente ao engolir água contaminada e não há transmissão de pessoa para pessoa. Onde a ameba pode ser encontrada? Segundo as informações divulgadas pelas autoridades de saúde dos Estados Unidos, a Naegleria fowleri pode estar presente em ambientes de água doce e quente, especialmente durante os meses de verão. A ameba não é encontrada em água salgada e não costuma representar risco em piscinas que são adequadamente tratadas e cloradas. Apesar da gravidade, os casos são muito incomuns. Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) indicam que cerca de 180 infecções foram identificadas no país desde 1937. No Brasil, o primeiro caso confirmado por exames ocorreu no Ceará, em 2024. Uma criança de 1 ano e 3 meses, de Caucaia, morreu em setembro daquele ano após desenvolver meningoencefalite amebiana primária. Testes laboratoriais confirmaram a presença de Naegleria fowleri. A conclusão da Secretaria Estadual de Saúde do Ceará é que a criança foi infectada pela água do açude que abastece o assentamento onde a família vive. Depois disso, recomendou a desinfecção do reservatório. Vale ressaltar que a infecção humana é muito rara. O risco está relacionado principalmente à entrada de água contaminada pelo nariz, e a doença não é transmitida de pessoa para pessoa. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/entenda-ameba-comedora-de-cerebro-que-matou-menina-nos-eua