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“Como houve uma operação contra o líder do PT, eu acho que, infelizmente, querem fazer uma cortina de fumaça, porque não há novidade nenhuma nessa operação de hoje, detalhe nenhum", afirmou Sóstenes em declaração à imprensa no Salão Verde da Câmara.
A Galho Fraco II aprofundou as investigações sobre supostos desvios envolvendo recursos da cota parlamentar. A atual fase mirou os advogados para esclarecer a origem dos mais de R$ 460 mil encontrados em um apartamento funcional vinculado a Sóstenes em uma etapa realizada em dezembro do ano passado. Também apura se houve irregularidades na contratação de empresas de locação de veículos na força-tarefa Rent a Car.
Segundo a PF, há indícios de um esquema envolvendo agentes públicos, particulares e empresas para dar aparência de legalidade ao uso de dinheiro público, além de possíveis tentativas de ocultação de provas.
Sóstenes trouxe documentos que disse comprovarem a legalidade do dinheiro encontrado em um saco com notas de R$ 100 em seu guarda-roupa. Segundo o deputado, ele teria comprado um imóvel em 2023 por R$ 310 mil para seu pai em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro e, depois que o pai se mudou para Uberlândia, vendeu o apartamento a um produtor rural em novembro, um mês antes da operação da Polícia Federal encontrar o dinheiro em sua casa.
“Todos vocês sabem que, em cidade do interior, quem é pecuarista trabalha com dinheiro em espécie. E ele me fez uma oferta abaixo do valor do imóvel, de R$ 500 mil, e me pagou em espécie, dinheiro lícito, declarado no meu Imposto de Renda", justificou.
Sóstenes também afirmou que os dois alvos da operação não são seus advogados constituídos. “Foi quem comprou o meu imóvel. Ele também é advogado, mas foi quem comprou o meu imóvel. Ele é advogado e pecuarista da cidade. Então, nenhum advogado meu sofreu busca e apreensão, como eu acho que vocês receberam informação da Polícia Federal. Foi uma informação errônea", justificou.
Em relação ao veículo, afirmou que aluga um modelo a preço abaixo do mercado e que há pelo menos duas evidências de uso frequente que afastariam a tese de lavagem de dinheiro: um episódio de assalto registrado em boletim de ocorrência e um acidente sofrido em Centralina (MG).
“Dizem que dois assessores meus e eu lavávamos o dinheiro de um contrato de um carro Corolla, que aqui está. O contrato do Corolla, que eu pago alugado, é o mais barato de todos os 513 deputados: R$ 4.500. Está aqui o contrato. E dizem que nós lavamos o dinheiro deste contrato. Ora, para você lavar o dinheiro do contrato, você não deveria estar usando um carro, porque é óbvio que, se você está usando o objeto do contrato, você não tem como lavar esse dinheiro", afirmou.
Diferentemente de Jaques Wagner, Sóstenes não foi alvo direto da operação nesta quarta (1º). O senador baiano esteve no centro da 9ª fase da operação Compliance Zero. A PF apontou que Wagner teria recebido um apartamento milionário em Salvador, além de outros benefícios, para atuar em favor de interesses do Banco Master no Congresso. Jaques Wagner nega.
Sóstenes diz que PF fez ‘cortina de fumaça’ para WagnerDeputado trouxe documentos que dizem comprovar a legalidade dos R$ 460 mil em dinheiro vivo encontrados em sua casa, em dezembro do ano passado
Política2026-07-01T23:32:25.113ZO líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), disse nesta quarta-feira (1º) que a Operação Galho Fraco II, que com quem tem relação, foi uma “cortina de fumaça” armada pela Polícia Federal para desviar a atenção pública do senador petista Jaques Wagner (BA), “Como houve uma operação contra o líder do PT, eu acho que, infelizmente, querem fazer uma cortina de fumaça, porque não há novidade nenhuma nessa operação de hoje, detalhe nenhum", afirmou Sóstenes em declaração à imprensa no Salão Verde da Câmara. A Galho Fraco II aprofundou as investigações sobre supostos desvios envolvendo recursos da cota parlamentar. A atual fase mirou os advogados para esclarecer a origem dos mais de R$ 460 mil encontrados em um apartamento funcional vinculado a Sóstenes em uma etapa realizada em dezembro do ano passado. Também apura se houve irregularidades na contratação de empresas de locação de veículos na força-tarefa Rent a Car. Segundo a PF, há indícios de um esquema envolvendo agentes públicos, particulares e empresas para dar aparência de legalidade ao uso de dinheiro público, além de possíveis tentativas de ocultação de provas. Sóstenes trouxe documentos que disse comprovarem a legalidade do dinheiro encontrado em um saco com notas de R$ 100 em seu guarda-roupa. Segundo o deputado, ele teria comprado um imóvel em 2023 por R$ 310 mil para seu pai em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro e, depois que o pai se mudou para Uberlândia, vendeu o apartamento a um produtor rural em novembro, um mês antes da operação da Polícia Federal encontrar o dinheiro em sua casa. “Todos vocês sabem que, em cidade do interior, quem é pecuarista trabalha com dinheiro em espécie. E ele me fez uma oferta abaixo do valor do imóvel, de R$ 500 mil, e me pagou em espécie, dinheiro lícito, declarado no meu Imposto de Renda", justificou. Sóstenes também afirmou que os dois alvos da operação não são seus advogados constituídos. “Foi quem comprou o meu imóvel. Ele também é advogado, mas foi quem comprou o meu imóvel. Ele é advogado e pecuarista da cidade. Então, nenhum advogado meu sofreu busca e apreensão, como eu acho que vocês receberam informação da Polícia Federal. Foi uma informação errônea", justificou. Em relação ao veículo, afirmou que aluga um modelo a preço abaixo do mercado e que há pelo menos duas evidências de uso frequente que afastariam a tese de lavagem de dinheiro: um episódio de assalto registrado em boletim de ocorrência e um acidente sofrido em Centralina (MG). “Dizem que dois assessores meus e eu lavávamos o dinheiro de um contrato de um carro Corolla, que aqui está. O contrato do Corolla, que eu pago alugado, é o mais barato de todos os 513 deputados: R$ 4.500. Está aqui o contrato. E dizem que nós lavamos o dinheiro deste contrato. Ora, para você lavar o dinheiro do contrato, você não deveria estar usando um carro, porque é óbvio que, se você está usando o objeto do contrato, você não tem como lavar esse dinheiro", afirmou. Diferentemente de Jaques Wagner, Sóstenes não foi alvo direto da operação nesta quarta (1º). O senador baiano esteve no centro da 9ª fase da operação Compliance Zero. A PF apontou que Wagner teria recebido um apartamento milionário em Salvador, além de outros benefícios, para atuar em favor de interesses do Banco Master no Congresso. Jaques Wagner nega.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/sostenes-diz-que-pf-fez-cortina-de-fumaca-para-wagner