Política

Sem Cleitinho, PT pode disputar 2º turno em MG, diz Marília

Ex-prefeita de Contagem diz que eventual desistência de Cleitinho nivelaria disputa; após morte do irmão, senador cancela agendas e falta a convenção estadual

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Marília Campos (PT-MG), ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado, disse que uma eventual desistência do líder nas pesquisas ao governo de Minas Gerais, o senador Cleitinho (Republicanos-MG), deixaria o PT mais competitivo e com chance de chegar a um eventual segundo turno.

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Em entrevista ao Poder Expresso, do SBT News, nesta terça-feira (28), a ex-prefeita de Contagem comentou sobre a possível desistência de Cleitinho, que tem cancelado agendas políticas após a morte do irmão na última semana, em decorrência de leucemia. O senador não compareceu à convenção do Republicanos que poderia lançar seu nome como candidato, ocorrida no último sábado (25).

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"Todos ficam competitivos, porque todos têm poucos votos. Então, sem Cleitinho, nós teremos um patamar de disputa em que os candidatos vão partir de uma mesma situação. E aí, o segundo turno, inclusive com a possibilidade de o PT disputar o segundo turno", afirmou.

Cleitinho aparece à frente dos adversários nos três cenários de primeiro turno em que é considerado, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (28).

Em simulação com 11 candidatos, ele marca 35%, contra 12% de Alexandre Kalil (PDT), ex-prefeito de Belo Horizonte; 10% de Patrus Ananias (PT), também ex-prefeito de BH e ex-ministro do Desenvolvimento Agrário no segundo governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT); e 6% do governador Mateus Simões (PSD), que assumiu o Executivo estadual após Romeu Zema (Novo) renunciar para disputar a Presidência.

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