Política

Polícia aciona esquadrão antibomba após ameaça no STF

Homem que jogou mochila em ponto de ônibus próximo à sede da Suprema Corte foi detido no local; área está sendo periciada

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Hariane Bittencourt

A Polícia Militar do Distrito Federal acionou o esquadrão antibomba na noite desta quinta-feira (1º) depois de um homem deixar uma mochila em um ponto de ônibus perto do Supremo Tribunal Federal (STF).

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O suspeito foi detido pelos policiais militares, que estabeleceram um perímetro enquanto aguardam a chegada da equipe especializada para análise da mochila. Duas faixas da Esplanada dos Ministério, em Brasília, foram fechadas enquanto o entorno é periciado.

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O protocolo acionado, conhecido como Operação Petardo, é padrão em casos de suspeita de bomba, artefatos explosivos ou objetos deixados em locais públicos que apresentem risco à população.

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Em novembro de 2024, o empresário Francisco Wanderley Luiz, conhecido como "Tiü França", morreu ao detonar fogos de artifício acoplados ao corpo enquanto estava à frente do Supremo.

Posteriormente, em abril de 2025, a Polícia Federal (PF) concluiu que ele agiu sozinho, sem financiamento de terceiros, e que a motivação do crime foi "extremismo político". Nas redes sociais, "Tiü França" era apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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