Política

PoderData: mais de 40% reprovam Câmara, Senado e STF

Para 48%, trabalho de deputados é ruim ou péssimo; apenas 10% avaliam desempenho de parlamentares como ótimo ou bom

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Felipe Moraes
04/06/2026, 11:45 • Atualizado em 04/06/2026, 11:52
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Esplanada dos Ministérios | Divulgação/Lula Marques/Agência Brasil

Esplanada dos Ministérios | Divulgação/Lula Marques/Agência Brasil

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Uma nova pesquisa do PoderData mostra que mais de 40% dos brasileiros reprovam a Câmara dos Deputados, o Senado Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF). Para 48%, o trabalho de deputados é ruim ou péssimo. Esse índice atinge 44% quando a pergunta é sobre o desempenho de senadores e chega a 46% na avaliação sobre ministros da Corte.

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Além de ter a maior reprovação, a Câmara tem o percentual mais baixo de quem considera o trabalho da Casa ótimo ou bom, com apenas 10%. A aprovação sobe para 15% tanto no Senado quanto no STF. Veja avaliações:

Trabalho da Câmara

  • Ruim/péssimo: 48%
  • Regular: 34%
  • Ótimo/bom: 10%
  • Não sabe: 9%

Trabalho do Senado

  • Ruim/péssimo: 44%
  • Regular: 33%
  • Ótimo/bom: 15%
  • Não sabe: 7%

Trabalho do STF

  • Ruim/péssimo: 46%
  • Regular: 27%
  • Ótimo/bom: 15%
  • Não sabe: 12%

O levantamento do PoderData ouviu 2.500 pessoas nas 27 unidades da federação entre os dias 30 de maio e 1º de junho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos e o intervalo de confiança chega a 95%.

Na avaliação do trabalho da Câmara, a opção ruim ou péssimo supera 50% entre quem tem de 45 a 59 anos (52%), quem ganha mais de cinco salários mínimos (52%), moradores das regiões Norte e Sul (51% em ambas) e no grupo de quem se considera ateu (51%).

No Senado, a reprovação ultrapassa 50% entre quem ganha mais de cinco salários mínimos (51%) e quem é da umbanda e do candomblé (63%).

Já em relação ao STF, a desaprovação passa de 50% entre quem tem ensino superior (66%), quem ganha mais de cinco salários mínimos (69%), moradores das regiões Centro-Oeste (57%), Sudeste (51%) e Sul (60%) e no grupo de pessoas que afirmam ser evangélicas (55%).

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