Padilha diz que Trump é "inimigo da saúde" e que se acha o "chefe do mundo"
Ministro da Saúde disse que Mais Médicos é patrimônio do povo brasileiro, e que nenhum ataque fará com que ele abra mão do programa
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Gabriela Vieira
14/08/2025, 17:46 • Atualizado em 14/08/2025, 17:46
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Alexandre Padilha, o ministro das Relações Institucionais | Reprodução
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta quinta-feira (14) que o presidente norte-americano, Donald Trump é "inimigo da saúde". Ele também falou que Pix e Mais Médicos são patrimônios do povo brasileiro.
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"Nenhum ataque vai fazer com que a gente abra mão do Pix e do Mais Médicos", disse Padilha durante evento de inauguração de uma fábrica da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás).
No X (ex-Twitter), o ministro disse que não vai se curvar a quem "persegue as vacinas, os pesquisadores e a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como Ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman”.
A citação de Padilha se dá em meio à revogação do visto de Mozart Sales, braço direito do ministro, e de Alberto Kleiman pelo governo estadunidense.
Alexandre Padilha também disse que Trump "se acha chefe do mundo" e que ele já tem histórico de atacar a saúde, antes mesmo do tarifaço imposto ao Brasil, perseguindo cientistas que "desenvolvem vacinas, cancelando contratos, e agora faz um ataque a um programa internacionalmente reconhecido, que é o Mais Médicos".
O programa foi lançado em 8 de julho durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, criado por Alexandre Padilha. O objetivo é suprir a carência de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades do país.
O ministro disse ainda que já está acostumado a sofrer muitos ataques de inimigos da saúde, de gente que "não está nem aí".
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou na quarta-feira (13) que o governo estadunidense revogou vistos e impôs restrições a funcionários do governo brasileiro ligados ao programa Mais Médicos.
Foram sancionados Mozart Julio Tabosa Sales, secretário do Ministério da Saúde do Brasil, e Alberto Kleiman, ex-funcionário da pasta.
Padilha diz que Trump é "inimigo da saúde" e que se acha o "chefe do mundo"Ministro da Saúde disse que Mais Médicos é patrimônio do povo brasileiro, e que nenhum ataque fará com que ele abra mão do programaPolítica2025-08-14T17:46:53.353ZO ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta quinta-feira (14) que o presidente norte-americano, Donald Trump é "inimigo da saúde". Ele também falou que Pix e Mais Médicos são patrimônios do povo brasileiro. "Nenhum ataque vai fazer com que a gente abra mão do Pix e do Mais Médicos", disse Padilha durante evento de inauguração de uma fábrica da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás). No X (ex-Twitter), o ministro disse que não vai se curvar a quem "persegue as vacinas, os pesquisadores e a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como Ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman”. A citação de Padilha se dá em meio à revogação do visto de Mozart Sales, braço direito do ministro, e de Alberto Kleiman pelo governo estadunidense. Alexandre Padilha também disse que Trump "se acha chefe do mundo" e que ele já tem histórico de atacar a saúde, antes mesmo do tarifaço imposto ao Brasil, perseguindo cientistas que "desenvolvem vacinas, cancelando contratos, e agora faz um ataque a um programa internacionalmente reconhecido, que é o Mais Médicos". O programa foi lançado em 8 de julho durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, criado por Alexandre Padilha. O objetivo é suprir a carência de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades do país. O ministro disse ainda que já está acostumado a sofrer muitos ataques de inimigos da saúde, de gente que "não está nem aí". Entenda O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou na quarta-feira (13) que o governo estadunidense revogou vistos e impôs restrições a funcionários do governo brasileiro ligados ao programa Mais Médicos. Foram sancionados Mozart Julio Tabosa Sales, secretário do Ministério da Saúde do Brasil, e Alberto Kleiman, ex-funcionário da pasta. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/padilha-diz-que-trump-e-inimigo-da-saude-e-que-se-acha-o-chefe-do-mundo
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