Nunes diz que Jair não aceitaria ministério de Flávio
Em entrevista ao SBT News, prefeito de São Paulo defendeu que ex-presidente ajude em um eventual governo do filho e criticou a gestão Lula
André Barbeiro , Raquel Landim , Carla Araújo
Ricardo Nunes (MDB) em evento | Reprodução
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que Jair Bolsonaro provavelmente não aceitaria ocupar um ministério em um eventual governo do filho, Flávio Bolsonaro (PL), caso o senador vença o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026. Em entrevista ao Poder Expresso, do SBT News, nesta sexta-feira (9), Nunes disse, porém, que não veria problemas na possibilidade.
“Eu acho que ele nem aceitaria. Uma pessoa que foi presidente participar de um governo, acho que nem aceitaria”, declarou o prefeito.
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Apesar de considerar improvável um convite, Nunes afirmou que o ex-presidente poderia contribuir com a gestão do filho.
“Não veria nenhum problema, poderia dar uma contribuição”, acrescentou.
O prefeito também manifestou apoio a Jair Bolsonaro e criticou o que classificou como perseguição do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o ex-presidente.
Ricardo Nunes critica governo Lula
Durante a entrevista, Nunes fez uma série de críticas à gestão Lula para justificar seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. O prefeito acusou o governo federal de prejudicar São Paulo ao dificultar operações de crédito e reduzir a participação da União no financiamento de áreas como saúde e assistência social.
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Segundo ele, a Prefeitura de São Paulo passou a arcar com uma parcela maior das despesas da saúde, enquanto os recursos federais destinados à assistência social também teriam diminuído. Nunes afirmou que a relação com o governo federal é marcada por dificuldades e chegou a mencionar a necessidade de recorrer ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Judiciário para viabilizar operações.
O prefeito também atacou a política fiscal do governo petista. Segundo os números apresentados por ele, a dívida pública federal teria aumentado em R$ 1 trilhão em oito meses. Nunes citou ainda o endividamento da população, o número de inadimplentes e o aumento de empresas em recuperação judicial para sustentar que o país enfrenta uma situação econômica preocupante.
Nunes também criticou o déficit das empresas estatais federais e classificou como eleitoreira uma medida anunciada pelo governo relacionada ao imposto sobre a gasolina. Para ele, o país precisa de uma mudança de governo e de uma gestão com maior controle dos gastos públicos.
Nunes diz que Jair não aceitaria ministério de FlávioEm entrevista ao SBT News, prefeito de São Paulo defendeu que ex-presidente ajude em um eventual governo do filho e criticou a gestão LulaPolítica2026-10-09T21:56:40.316ZO prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que Jair Bolsonaro provavelmente não aceitaria ocupar um ministério em um eventual governo do filho, Flávio Bolsonaro (PL), caso o senador vença o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026. Em entrevista ao Poder Expresso, do SBT News, nesta sexta-feira (9), Nunes disse, porém, que não veria problemas na possibilidade. “Eu acho que ele nem aceitaria. Uma pessoa que foi presidente participar de um governo, acho que nem aceitaria”, declarou o prefeito. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Apesar de considerar improvável um convite, Nunes afirmou que o ex-presidente poderia contribuir com a gestão do filho. “Não veria nenhum problema, poderia dar uma contribuição”, acrescentou. O prefeito também manifestou apoio a Jair Bolsonaro e criticou o que classificou como perseguição do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o ex-presidente. Ricardo Nunes critica governo Lula Durante a entrevista, Nunes fez uma série de críticas à gestão Lula para justificar seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. O prefeito acusou o governo federal de prejudicar São Paulo ao dificultar operações de crédito e reduzir a participação da União no financiamento de áreas como saúde e assistência social. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News Segundo ele, a Prefeitura de São Paulo passou a arcar com uma parcela maior das despesas da saúde, enquanto os recursos federais destinados à assistência social também teriam diminuído. Nunes afirmou que a relação com o governo federal é marcada por dificuldades e chegou a mencionar a necessidade de recorrer ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Judiciário para viabilizar operações. O prefeito também atacou a política fiscal do governo petista. Segundo os números apresentados por ele, a dívida pública federal teria aumentado em R$ 1 trilhão em oito meses. Nunes citou ainda o endividamento da população, o número de inadimplentes e o aumento de empresas em recuperação judicial para sustentar que o país enfrenta uma situação econômica preocupante. Nunes também criticou o déficit das empresas estatais federais e classificou como eleitoreira uma medida anunciada pelo governo relacionada ao imposto sobre a gasolina. Para ele, o país precisa de uma mudança de governo e de uma gestão com maior controle dos gastos públicos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/nunes-diz-que-jair-nao-aceitaria-ministerio-de-flavio
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