MPT registra mais de 2 mil casos de assédio eleitoral
Desde o 2º turno, já foram mais de 530 casos denunciados; maior parte vem de bolsonaristas que anunciaram ou defenderam demissão de quem votou em Lula
Basília Rodrigues
MPT registra casos de assédio eleitoral | Paulo Pinto/Agência Brasil
O Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou 2.467 denúncias por assédio eleitoral neste ano. Desde o fim do segundo turno até agora, já foram mais de 530 casos de parlamentares, influencers e empresários que incentivaram demissão ou outros tipos de retaliação contra trabalhadores em razão do voto para presidente da República.
A maior parte é de ameaças de bolsonaristas a trabalhadores que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com pedidos explícitos de demissão ou que nem mesmo sejam contratados.
“A eleição acabou, mas o assédio eleitoral não. O empresário é dono do seu negócio e não do voto do seu empregado e demitir trabalhadores por sua convicção política é ilegal. Será alvo de atuação do Ministério Público do Trabalho perante a justiça do trabalho”, afirmou o procurador-geral do Trabalho, Glaucio Araújo de Oliveira.
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São Paulo (459), Minas Gerais (242), Paraná (238) e Rio de Janeiro (190) apresentaram o maior número de denúncias do início do ano até esta terça-feira (27).
Qualquer cidadão pode denunciar episódios de assédio eleitoral ao MPT. Há orientação ao denunciante para guardar prints ou gravações de telas, porque facilita o trabalho investigativo.
MPT registra mais de 2 mil casos de assédio eleitoralDesde o 2º turno, já foram mais de 530 casos denunciados; maior parte vem de bolsonaristas que anunciaram ou defenderam demissão de quem votou em LulaPolítica2026-10-28T02:00:00.978ZO Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou 2.467 denúncias por assédio eleitoral neste ano. Desde o fim do segundo turno até agora, já foram mais de 530 casos de parlamentares, influencers e empresários que incentivaram demissão ou outros tipos de retaliação contra trabalhadores em razão do voto para presidente da República. A maior parte é de ameaças de bolsonaristas a trabalhadores que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com pedidos explícitos de demissão ou que nem mesmo sejam contratados. “A eleição acabou, mas o assédio eleitoral não. O empresário é dono do seu negócio e não do voto do seu empregado e demitir trabalhadores por sua convicção política é ilegal. Será alvo de atuação do Ministério Público do Trabalho perante a justiça do trabalho”, afirmou o procurador-geral do Trabalho, Glaucio Araújo de Oliveira. São Paulo (459), Minas Gerais (242), Paraná (238) e Rio de Janeiro (190) apresentaram o maior número de denúncias do início do ano até esta terça-feira (27). Qualquer cidadão pode denunciar episódios de assédio eleitoral ao MPT. Há orientação ao denunciante para guardar prints ou gravações de telas, porque facilita o trabalho investigativo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/mpt-registra-mais-de-2-mil-casos-de-assedio-eleitoral
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