Moraes autoriza mulher que pichou estátua da Justiça a receber assistência religiosa em casa
Débora Rodrigues cumpre prisão domiciliar por participação no 8 de janeiro; ministro do STF nega pedido para consultas médicas por falta de documentação
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Jessica Cardoso
Alexandre de Moraes, ministro do STF | Fellipe Sampaio /STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou nesta segunda-feira (7) que Débora Rodrigues dos Santos receba assistência religiosa em sua residência.
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Ela cumpre prisão domiciliar após ter sido condenada por pichar com batom a frase "perdeu, mané" na estátua em frente à sede do Supremo, durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
A cabeleireira foi condenada a 14 anos de prisão por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Na decisão, Moraes destacou que todos os presos, provisórios ou condenados, têm direito à assistência religiosa, desde que sejam informadas previamente as datas, horários e nomes dos líderes religiosos que farão as visitas.
A defesa de Débora alegou que ela tem relatado "mal-estar contínuo nos últimos dias" e que está "atualmente em condição de vulnerabilidade espiritual e emocional".
O advogado também pediu que a cabeleireira pudesse receber atendimento médico em casa ou tivesse autorização para se deslocar até postos de saúde e clínicas.
O ministro, no entanto, negou o pedido por falta de documentação que comprove a necessidade dos atendimentos, mas ressaltou que a ré tem direito a cuidados médicos e que novos pedidos podem ser apresentados desde que tragam informações detalhadas sobre o local, o dia, o horário e o profissional responsável pela consulta.
Moraes também rejeitou um pedido para devolução do celular de Débora, explicando que esse tema já havia sido decidido anteriormente.
Moraes autoriza mulher que pichou estátua da Justiça a receber assistência religiosa em casaDébora Rodrigues cumpre prisão domiciliar por participação no 8 de janeiro; ministro do STF nega pedido para consultas médicas por falta de documentaçãoPolítica2025-07-07T21:14:52.989ZO ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou nesta segunda-feira (7) que Débora Rodrigues dos Santos receba assistência religiosa em sua residência. Ela cumpre prisão domiciliar após ter sido condenada por pichar com batom a frase "perdeu, mané" na estátua em frente à sede do Supremo, durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A cabeleireira foi condenada a 14 anos de prisão por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Na decisão, Moraes destacou que todos os presos, provisórios ou condenados, têm direito à assistência religiosa, desde que sejam informadas previamente as datas, horários e nomes dos líderes religiosos que farão as visitas. A defesa de Débora alegou que ela tem relatado "mal-estar contínuo nos últimos dias" e que está "atualmente em condição de vulnerabilidade espiritual e emocional". O advogado também pediu que a cabeleireira pudesse receber atendimento médico em casa ou tivesse autorização para se deslocar até postos de saúde e clínicas. O ministro, no entanto, negou o pedido por falta de documentação que comprove a necessidade dos atendimentos, mas ressaltou que a ré tem direito a cuidados médicos e que novos pedidos podem ser apresentados desde que tragam informações detalhadas sobre o local, o dia, o horário e o profissional responsável pela consulta. Moraes também rejeitou um pedido para devolução do celular de Débora, explicando que esse tema já havia sido decidido anteriormente.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/moraes-autoriza-mulher-que-pichou-estatua-da-justica-a-receber-assistencia-religiosa-em-casa
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