Ministros de Lula voltam a Brasília para presença em peso no evento do governo sobre 8/1
Determinação do presidente era que todos retornassem de suas férias a tempo da cerimônia, marcada para esta manhã
Hariane Bittencourt
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) | Reuters/Adriano Machado
Ministros do governo Lula (PT) foram convocados para comparecer, em peso, no evento que acontece na manhã desta quinta-feira (8) no Palácio do Planalto. A cerimônia, que lembra os três anos dos ataques de 8 de janeiro de 2023, está previsto para as 10h. O evento marcará o início do ano eleitoral.
Alguns dos ministros chegaram a Brasília na noite dessa quarta (7), seguindo a determinação do presidente.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
O 8/1 é um dos pontos de maior disputa política entre governo e oposição. O Executivo usa o dia para levantar bandeiras que serão exploradas na eleição, de democracia e soberania.
Entre as autoridades esperadas no ato, além de diversos parlamentares governistas, está o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, que confirmou presença.
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), tinha indicado que iria ao evento, mas decidiu não comparecer após notícias mostrarem que Lula deve vetar o PL da Dosimetria, projeto de redução de penas para condenados pelo 8/1. O tema deve ser judicializado já que o Congresso promete derrubar o veto do presidente da República.
O STF também organiza um ato em alusão ao 8 de janeiro de 2023 para esta quinta-feira.
Ministros de Lula voltam a Brasília para presença em peso no evento do governo sobre 8/1Determinação do presidente era que todos retornassem de suas férias a tempo da cerimônia, marcada para esta manhãPolítica2026-01-08T13:15:07.571ZMinistros do governo Lula (PT) foram convocados para comparecer, em peso, no evento que acontece na manhã desta quinta-feira (8) no Palácio do Planalto. A cerimônia, que lembra os três anos dos ataques de 8 de janeiro de 2023, está previsto para as 10h. O evento marcará o início do ano eleitoral. Alguns dos ministros chegaram a Brasília na noite dessa quarta (7), seguindo a determinação do presidente. O 8/1 é um dos pontos de maior disputa política entre governo e oposição. O Executivo usa o dia para levantar bandeiras que serão exploradas na eleição, de democracia e soberania. Entre as autoridades esperadas no ato, além de diversos parlamentares governistas, está o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, que confirmou presença. Andrei é um dos nomes cotados para uma possível substituição de Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça. Como mostrou o SBT News, o ministro avisou aliados que pretende deixar a pasta até sexta (9), mas ainda não há comunicação oficial de sua saída. Entre as ausências esperadas, estão as dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Os dois foram convidados pelo Planalto, mas alegaram incompatibilidade de agendas. O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), tinha indicado que iria ao evento, mas decidiu não comparecer após notícias mostrarem que Lula deve vetar o PL da Dosimetria, projeto de redução de penas para condenados pelo 8/1. O tema deve ser judicializado já que o Congresso promete derrubar o veto do presidente da República. O STF também organiza um ato em alusão ao 8 de janeiro de 2023 para esta quinta-feira.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/ministros-de-lula-voltam-a-brasilia-para-presenca-em-peso-no-evento-do-governo-sobre-8-1
Petista acusa ministro Kassio Nunes Marques, que mandou retirar do ar canal de WhatsApp com mais de 3,3 milhões de seguidores, de beneficiar Flávio Bolsonaro
Candidato do PL afirma que adversários mentem sobre o Bolsa Família e o salário mínimo e cobra mais agilidade da Justiça Eleitoral no combate à desinformação
Em ato na Paulista, presidente disse estar “desconfiado” depois de ministro Kássio Nunes Marques derrubar canal de WhatsApp com 3,3 milhões de seguidores