Presidente adiantou agenda para tentar se encontrar com Donald Trump em meio à ameaça de novas tarifas
Camila Stucaluc
14/06/2026, 09:10 • Atualizado em 14/06/2026, 09:10
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O presidente Lula | Reuters/Adriano Machado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarca neste domingo (14) para Évian-les-Bains, na França, onde participará da cúpula do G7 como convidado. O encontro entre Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, considerados os países mais industrializados do mundo, ocorre entre 15 e 17 de junho.
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Essa é a 10ª vez que Lula é convidado para participar do encontro como convidado. Segundo o Planalto, o petista terá agendas nos dias 16 e 17 de junho, com sessões abertas sobre parcerias internacionais, crescimento econômico equilibrado e Inteligência Artificial (IA). Também estão previstas reuniões bilaterais com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o presidente da França, Emmanuel Macron.
A estratégia é aproveitar a agenda internacional para reabrir um canal de diálogo direto entre Lula e Trump. Desde que os líderes se encontraram na Casa Branca, em maio, Washington classificou facções criminosas brasileiras como terroristas e ameaçou impor duas taxas de importação: uma de 25%, por “práticas comerciais consideradas prejudiciais” ao país, e uma de 12,5%, por suposta falta de controle sobre trabalho forçado.
Apesar dos embates, o Planalto decidiu não pedir uma nova reunião entre os presidentes, sob o argumento de que não há motivação para o encontro, visto a recente reunião entre os líderes nos Estados Unidos. Além disso, as negociações em torno das tarifas devem ficar concentradas entre técnicos do comércio e da diplomacia, no grupo de trabalho criado entre os países.
A expectativa de integrantes da diplomacia brasileira, portanto, é de que o encontro entre Lula e Trump possa ocorrer naturalmente, de maneira informal, após ambos se cumprimentarem nos corredores da cúpula do G7, por exemplo, mas sem conversas previamente agendadas.
Lula embarca para reunião do G7 na FrançaPresidente adiantou agenda para tentar se encontrar com Donald Trump em meio à ameaça de novas tarifasPolítica2026-06-14T09:10:00.000ZO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarca neste domingo (14) para Évian-les-Bains, na França, onde participará da cúpula do G7 como convidado. O encontro entre Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, considerados os países mais industrializados do mundo, ocorre entre 15 e 17 de junho. Essa é a 10ª vez que Lula é convidado para participar do encontro como convidado. Segundo o Planalto, o petista terá agendas nos dias 16 e 17 de junho, com sessões abertas sobre parcerias internacionais, crescimento econômico equilibrado e Inteligência Artificial (IA). Também estão previstas reuniões bilaterais com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o presidente da França, Emmanuel Macron. Inicialmente, Lula embarcaria para França na segunda-feira (15). A , em meio à possibilidade do republicano participar apenas da abertura do evento — como ocorrido no encontro do ano passado, no Canadá. A estratégia é aproveitar a agenda internacional para reabrir um canal de diálogo direto entre Lula e Trump. Desde que os , em maio, Washington e ameaçou impor duas taxas de importação: uma de , por “práticas comerciais consideradas prejudiciais” ao país, e uma de por suposta falta de controle sobre trabalho forçado. Apesar dos embates, o Planalto decidiu não pedir uma nova reunião entre os presidentes, sob o argumento de que não há motivação para o encontro, visto a recente reunião entre os líderes nos Estados Unidos. Além disso, as negociações em torno das tarifas devem ficar concentradas entre técnicos do comércio e da diplomacia, no grupo de trabalho criado entre os países. A expectativa de integrantes da diplomacia brasileira, portanto, é de que o , de maneira informal, após ambos se cumprimentarem nos corredores da cúpula do G7, por exemplo, mas sem conversas previamente agendadas. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/lula-embarca-para-reuniao-do-g7-na-franca
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