INSS e Master: 32,7% querem sigilo de casos até após eleição
Outros 30,8% defendem segredo até fim de investigações, enquanto 24% acham que apurações devem ser tornadas públicas antes do pleito
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Felipe Moraes
Pesquisa Meio/Ideia fez perguntas a eleitores sobre casos do Banco Master e das fraudes em benefícios do INSS | Divulgação
Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (9) mostra que 32,7% dos eleitores defendem que investigações dos casos do Banco Master e das fraudes em benefícios do INSS devem ficar em sigilo até depois da eleição, "para não influenciarem o voto".
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Para 30,8%, o segredo deve ser preservado até a conclusão das apurações, "para não acusar ninguém sem prova". Outros 24% acham que investigações devem ser tornadas públicas antes do pleito, "para o eleitor votar sabendo", enquanto 12,5% não sabem ou não responderam.
Opinião sobre investigações dos casos Master e das fraudes no INSS | Reprodução/Meio/Ideia
Sobre as mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, do STF, 40,5% acreditam que o caso representa um problema tanto para o magistrado quanto para o Supremo; 30% opinam que é só da Suprema Corte e 18,2%, uma situação particular do ministro. Outros 11,3% não sabem ou não responderam.
O levantamento também questionou eleitores sobre possíveis impactos eleitorais dos casos "Dark Horse", filme que teve parte do orçamento bancada por Vorcaro, de quem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrou repasses em dinheiro, e Lulinha, em que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT), é citado em investigações sobre fraudes no INSS.
Opinião sobre mensagens entre Moraes e Vorcaro | Reprodução/Meio/Ideia
Impacto do caso "Dark Horse" sobre voto em Flávio Bolsonaro | Reprodução/Meio/Ideia
Para 47,9%, a relação de Flávio com Vorcaro "diminui a chance de votar" no senador no pleito presidencial. Outros 32,2% afirmam não mudar de opinião, enquanto 9,3% dizem que a possibilidade de votar no filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aumenta. A opção não sabe ou não respondeu alcança 10,7%.
O cenário é inverso entre simpatizantes de Lula: 39,9% dizem que o caso Lulinha "aumenta a chance de votar" no petista para um quarto mandato no Planalto. Outros 26,1% afirmam não mudar de opinião, enquanto 24,5% admitem que a possibilidade de voto no presidente diminui. A opção não sabe ou não respondeu soma 9,5%.
Impacto do caso Lulinha sobre voto em Lula | Reprodução/Meio/Ideia
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07935/2026-Brasil, a pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 eleitores entre os dias 4 e 7 de setembro. O nível de confiança é estimado em 95% e a margem de erro chega a 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
INSS e Master: 32,7% querem sigilo de casos até após eleiçãoOutros 30,8% defendem segredo até fim de investigações, enquanto 24% acham que apurações devem ser tornadas públicas antes do pleitoPolítica2026-09-09T13:17:21.038ZPesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (9) mostra que 32,7% dos eleitores defendem que investigações dos casos do Banco Master e das fraudes em benefícios do INSS devem ficar em sigilo até depois da eleição, "para não influenciarem o voto". 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Para 30,8%, o segredo deve ser preservado até a conclusão das apurações, "para não acusar ninguém sem prova". Outros 24% acham que investigações devem ser tornadas públicas antes do pleito, "para o eleitor votar sabendo", enquanto 12,5% não sabem ou não responderam. Sobre as mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, do STF, 40,5% acreditam que o caso representa um problema tanto para o magistrado quanto para o Supremo; 30% opinam que é só da Suprema Corte e 18,2%, uma situação particular do ministro. Outros 11,3% não sabem ou não responderam. O levantamento também questionou eleitores sobre possíveis impactos eleitorais dos casos "Dark Horse", filme que teve parte do orçamento bancada por Vorcaro, de quem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrou repasses em dinheiro, e Lulinha, em que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT), é citado em investigações sobre fraudes no INSS. Para 47,9%, a relação de Flávio com Vorcaro "diminui a chance de votar" no senador no pleito presidencial. Outros 32,2% afirmam não mudar de opinião, enquanto 9,3% dizem que a possibilidade de votar no filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aumenta. A opção não sabe ou não respondeu alcança 10,7%. O cenário é inverso entre simpatizantes de Lula: 39,9% dizem que o caso Lulinha "aumenta a chance de votar" no petista para um quarto mandato no Planalto. Outros 26,1% afirmam não mudar de opinião, enquanto 24,5% admitem que a possibilidade de voto no presidente diminui. A opção não sabe ou não respondeu soma 9,5%. Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07935/2026-Brasil, a pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 eleitores entre os dias 4 e 7 de setembro. O nível de confiança é estimado em 95% e a margem de erro chega a 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/inss-e-master-32-7-querem-sigilo-de-casos-ate-apos-eleicao
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