Flávio terá meta para dívida pública, diz Daniella Marques
Coordenadora econômica da campanha diz ao SBT News que eventual governo terá mecanismo para controlar relação entre dívida e PIB
André Barbeiro , Raquel Landim , Eduardo Gayer, Iander Porcella
Flávio Bolsonaro e Daniella Marques | Reprodução/YouTube @flaviobolsonaro
A equipe econômica da campanha do candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, senador Flávio Bolsonaro, prepara uma nova regra fiscal para um eventual governo, com mecanismos de controle da dívida pública. Em entrevista ao SBT News, a coordenadora do plano econômico da candidatura, Daniella Marques, afirmou que será estabelecida uma meta para a relação entre dívida e PIB e um mecanismo de controle que poderá limitar o crescimento dos gastos públicos conforme o nível de endividamento do país.
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“Vai existir uma meta de dívida/PIB no governo Flávio. Vamos ter um mecanismo de controle”, afirmou Daniella.
A proposta em estudo prevê um aperto maior nas despesas federais quando a dívida pública atingir níveis considerados elevados. Nesse cenário, o crescimento dos gastos poderá ser reduzido de forma mais severa, podendo chegar a um congelamento das despesas em termos reais, dependendo do desenho final da regra.
🔎 A relação dívida/PIB é um dos principais indicadores utilizados para medir o nível de endividamento de um país. Ela compara o tamanho da dívida pública com o valor de tudo o que a economia produz em um ano, representado pelo Produto Interno Bruto (PIB). Quanto maior for essa proporção, maior tende a ser a preocupação com a capacidade do governo de administrar seus compromissos financeiros. O indicador também permite comparar o nível de endividamento de diferentes países, independentemente do tamanho de suas economias.
Daniella critica arcabouço fiscal de Lula
A coordenadora do plano econômico de Flávio também afirmou que uma eventual gestão do senador pretende revisar o atual arcabouço fiscal. Segundo ela, a regra perdeu credibilidade e não foi suficiente para controlar as contas públicas.
Daniella classificou o modelo como um “calabouço fiscal” e afirmou que houve um descontrole das contas que contribuiu para o atual nível das taxas de juros no país.
Na avaliação dela, a política fiscal precisa ser modificada para recuperar a confiança dos agentes econômicos e criar condições para uma trajetória mais sustentável das contas públicas.
A proposta de Flávio prevê, segundo ela, mecanismos mais rígidos de controle da dívida e dos gastos públicos, mas Daniella não especifica quais são eles.
Detalhamento das propostas ficará para depois da eleição
Daniella Marques afirmou que a equipe econômica da candidatura de Flávio Bolsonaro ainda trabalha na elaboração técnica das propostas que poderão compor um eventual governo. Segundo ela, o grupo reúne economistas e especialistas responsáveis por discutir medidas para as áreas fiscal e orçamentária.
Segundo a coordenadora, caso Flávio Bolsonaro seja eleito, o plano é levar o conjunto de medidas para discussão com o Congresso já no período de transição. Para Daniella, a aprovação das mudanças dependerá não apenas das análises técnicas, mas também de negociação política e articulação entre o Executivo e o Legislativo.
Flávio terá meta para dívida pública, diz Daniella MarquesCoordenadora econômica da campanha diz ao SBT News que eventual governo terá mecanismo para controlar relação entre dívida e PIBPolítica2026-09-02T20:48:17.634ZA equipe econômica da campanha do candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, senador Flávio Bolsonaro, prepara uma nova regra fiscal para um eventual governo, com mecanismos de controle da dívida pública. Em entrevista ao SBT News, a coordenadora do plano econômico da candidatura, Daniella Marques, afirmou que será estabelecida uma meta para a relação entre dívida e PIB e um mecanismo de controle que poderá limitar o crescimento dos gastos públicos conforme o nível de endividamento do país. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. “Vai existir uma meta de dívida/PIB no governo Flávio. Vamos ter um mecanismo de controle”, afirmou Daniella. A proposta em estudo prevê um aperto maior nas despesas federais quando a dívida pública atingir níveis considerados elevados. Nesse cenário, o crescimento dos gastos poderá ser reduzido de forma mais severa, podendo chegar a um congelamento das despesas em termos reais, dependendo do desenho final da regra. 🔎 A relação dívida/PIB é um dos principais indicadores utilizados para medir o nível de endividamento de um país. Ela compara o tamanho da dívida pública com o valor de tudo o que a economia produz em um ano, representado pelo Produto Interno Bruto (PIB). Quanto maior for essa proporção, maior tende a ser a preocupação com a capacidade do governo de administrar seus compromissos financeiros. O indicador também permite comparar o nível de endividamento de diferentes países, independentemente do tamanho de suas economias. Daniella critica arcabouço fiscal de Lula A coordenadora do plano econômico de Flávio também afirmou que uma eventual gestão do senador pretende revisar o atual arcabouço fiscal. Segundo ela, a regra perdeu credibilidade e não foi suficiente para controlar as contas públicas. Daniella classificou o modelo como um “calabouço fiscal” e afirmou que houve um descontrole das contas que contribuiu para o atual nível das taxas de juros no país. Na avaliação dela, a política fiscal precisa ser modificada para recuperar a confiança dos agentes econômicos e criar condições para uma trajetória mais sustentável das contas públicas. A proposta de Flávio prevê, segundo ela, mecanismos mais rígidos de controle da dívida e dos gastos públicos, mas Daniella não especifica quais são eles. Detalhamento das propostas ficará para depois da eleição Daniella Marques afirmou que a equipe econômica da candidatura de Flávio Bolsonaro ainda trabalha na elaboração técnica das propostas que poderão compor um eventual governo. Segundo ela, o grupo reúne economistas e especialistas responsáveis por discutir medidas para as áreas fiscal e orçamentária. Segundo a coordenadora, caso Flávio Bolsonaro seja eleito, o plano é levar o conjunto de medidas para discussão com o Congresso já no período de transição. Para Daniella, a aprovação das mudanças dependerá não apenas das análises técnicas, mas também de negociação política e articulação entre o Executivo e o Legislativo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/flavio-tera-meta-para-divida-publica-afirma-aliada
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