Política

Flávio sugere “fiscais de urna” para trabalhar nas eleições

Flávio Bolsonaro anunciou programa para fiscalizar atuação de “pessoas mal-intencionadas nas eleições”

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Valentina Moreira
Flávio Bolsonaro em live na quinta-feira (17/09) | Imagem: reprodução

Flávio Bolsonaro em live na quinta-feira (17/09) | Imagem: reprodução

O candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro, disse que pretende recrutar apoiadores para trabalharem como “fiscais de urnas” no dia das eleições. O projeto foi anunciado durante a transmissão do candidato na internet nesta quinta-feira (17).

Segundo o candidato, esses fiscais serão responsáveis por controlar a atuação de “pessoas mal-intencionadas” durante o pleito. Flávio não detalhou como seria essa participação.

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Durante a transmissão, Flávio também questionou o resultado das eleições de 2022, afirmando que o presidente Lula venceu por ter recebido ajuda do ministro Alexandre de Moraes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O candidato do PL ainda disse que o desequilíbrio gerado pela atuação de Moraes teria feito com que Lula tivesse um débito com o ministro, e por isso estaria atuando nos bastidores para protegê-lo. O senador não apresentou provas das afirmações.

Além de Moraes, o ministro Flávio Dino foi alvo de acusações. O primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro disse que Dino deveria ter se declarado impedido no julgamento da trama golpista — ao qual Flávio chamou de farsa — e, por isso, também estaria sujeito a um processo de impeachment.

Flávio Bolsonaro ainda sugeriu que, se eleito presidente, poderá indicar até seis vagas ao Supremo: 4 levando em consideração os ministros que irão se aposentar, e 2 levando em consideração a saída de Moraes e Dino.

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