O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou a dizer, nesta quinta-feira (10), que não há irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi dada após a Polícia Federal deflagrar a operação Make Up, que investiga suspeitas de uso irregular de emendas parlamentares na produção do longa.
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Segundo Flávio, o filme não recebeu dinheiro público. “Não tem absolutamente nada de errado com este filme, não tem um centavo de dinheiro público, eu já cansei de falar. Pode revirar do avesso, de cima pra baixo de trás pra frente, de um lado pro outro, de ponta cabeça, que não vai ter nada”, afirmou.
O senador também disse estar tranquilo em relação à investigação e classificou a operação como uma tentativa de interferência política nas eleições de 2026.
“O que tem é claramente uma tentativa de interferência política, mais uma vez. Agora, do Ministro Flávio Dino sobre as eleições”, declarou.
Na avaliação de Flávio, a operação teria motivação política. “Qual o fundamento dessa operação? Político”, disse.
O senador ainda relacionou a investigação ao desempenho eleitoral nas pesquisas. “Flávio Bolsonaro ultrapassou Lula nas pesquisas oficiais do próprio Lula. Então, estou muito tranquilo com relação a isso”, afirmou.
A Polícia Federal cumpre nesta quinta-feira 49 mandados de busca e apreensão no Ceará, no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo. A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e tem como principais alvos o deputado federal Mario Frias (PL-SP), ex-secretário especial da Cultura do governo Bolsonaro, e Karina Ferreira da Gama, dona da produtora responsável pelo filme e do Instituto Conhecer Brasil (ICB).
A investigação apura suspeitas de repasses de recursos provenientes de emendas parlamentares para a produção de “Dark Horse”, por meio de fomento destinado à ONG.
A PF afirma investigar uma organização criminosa que teria utilizado empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços. Segundo a corporação, levantamentos financeiros identificaram movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas investigadas.
Há dois inquéritos no STF relacionados ao filme. Um deles, sob relatoria de Flávio Dino, apura suspeitas envolvendo o uso de emendas parlamentares. O outro, sob relatoria de André Mendonça, trata de repasses de Daniel Vorcaro, do Banco Master, para o longa, a pedido de Flávio Bolsonaro.
Flávio diz que operação sobre Dark Horse é ação políticaCandidato à Presidência chama investigação de tentativa de interferência política nas eleições e nega uso de dinheiro público no filmePolítica2026-09-10T14:59:07.150ZO candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou a dizer, nesta quinta-feira (10), que não há irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi dada após a , que investiga suspeitas de uso irregular de emendas parlamentares na produção do longa. Segundo Flávio, o filme não recebeu dinheiro público. “Não tem absolutamente nada de errado com este filme, não tem um centavo de dinheiro público, eu já cansei de falar. Pode revirar do avesso, de cima pra baixo de trás pra frente, de um lado pro outro, de ponta cabeça, que não vai ter nada”, afirmou. O senador também disse estar tranquilo em relação à investigação e classificou a operação como uma tentativa de interferência política nas eleições de 2026. “O que tem é claramente uma tentativa de interferência política, mais uma vez. Agora, do Ministro Flávio Dino sobre as eleições”, declarou. Na avaliação de Flávio, a operação teria motivação política. “Qual o fundamento dessa operação? Político”, disse. O senador ainda relacionou a investigação ao desempenho eleitoral nas pesquisas. “Flávio Bolsonaro ultrapassou Lula nas pesquisas oficiais do próprio Lula. Então, estou muito tranquilo com relação a isso”, afirmou. Mario Frias é alvo A Polícia Federal cumpre nesta quinta-feira 49 mandados de busca e apreensão no Ceará, no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo. A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e tem como principais alvos o deputado federal Mario Frias (PL-SP), ex-secretário especial da Cultura do governo Bolsonaro, e Karina Ferreira da Gama, dona da produtora responsável pelo filme e do Instituto Conhecer Brasil (ICB). A investigação apura suspeitas de repasses de recursos provenientes de emendas parlamentares para a produção de “Dark Horse”, por meio de fomento destinado à ONG. A PF afirma investigar uma organização criminosa que teria utilizado empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços. Segundo a corporação, levantamentos financeiros identificaram movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas investigadas. Há dois inquéritos no STF relacionados ao filme. Um deles, sob relatoria de Flávio Dino, apura suspeitas envolvendo o uso de emendas parlamentares. O outro, sob relatoria de André Mendonça, trata de repasses de Daniel Vorcaro, do Banco Master, para o longa, a pedido de Flávio Bolsonaro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/flavio-diz-que-operacao-sobre-dark-horse-e-acao-politica