Eleitor não polarizado vai decidir eleição, diz CEO da Nexus
Ao SBT News, Marcelo Tokarski afirma que a disputa segue apertada e que o eleitor não polarizado, hoje em cerca de 21%, tende a ser decisivo no resultado
SBT News
O CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, afirmou nesta segunda-feira (15) que a eleição presidencial deve ser decidida pelo eleitor não polarizado, que hoje representa cerca de 21% do eleitorado. Em entrevista ao SBT News, Tokarski destacou que a disputa segue apertada, com leve melhora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e estabilidade do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL).
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Tokarski apontou que a melhora de Lula está ligada ao avanço na avaliação do governo e as novas tarifas dos Estados Unidos. Já Flávio, apesar de desgaste pontual, se mantém competitivo, especialmente no segundo turno.
O principal sinal de alerta, segundo o CEO da Nexus, é o crescimento da rejeição de Flávio Bolsonaro, que chegou a 52%, enquanto a de Lula recuou e se estabilizou em 47%.
Para o analista, a eleição tende a repetir o padrão de 2022, com parte do eleitorado votando mais para rejeitar um candidato do que para escolher o preferido.
Nesse cenário, o eleitor não polarizado, mais urbano, informado e sem posição ideológica fixa, ganha protagonismo. Segundo ele, esse grupo tende mais a Lula, mas segue volátil e pode mudar até o pleito.
“A eleição tende a ser decidida por esse eleitor que não está nem com Lula nem com Bolsonaro”, disse.
Eleitor não polarizado vai decidir eleição, diz CEO da NexusAo SBT News, Marcelo Tokarski afirma que a disputa segue apertada e que o eleitor não polarizado, hoje em cerca de 21%, tende a ser decisivo no resultadoPolítica2026-06-15T19:45:28.076ZO CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, afirmou nesta segunda-feira (15) que a eleição presidencial deve ser decidida pelo eleitor não polarizado, que hoje representa cerca de 21% do eleitorado. Em entrevista ao SBT News, Tokarski destacou que a disputa segue apertada, com leve melhora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e estabilidade do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL). Segundo a nova pesquisa BTG Pactual/Nexus, divulgada nesta segunda, Em um segundo cenário, sem alguns pré-candidatos, Lula aparece com 43%, ante 41% no levantamento anterior. Flávio Bolsonaro oscilou de 35% para 34%. Tokarski apontou que a melhora de Lula está ligada ao avanço na avaliação do governo e as novas tarifas dos Estados Unidos. Já Flávio, apesar de desgaste pontual, se mantém competitivo, especialmente no segundo turno. O principal sinal de alerta, segundo o CEO da Nexus, é o crescimento da rejeição de Flávio Bolsonaro, que chegou a 52%, enquanto a de Lula recuou e se estabilizou em 47%. Para o analista, a eleição tende a repetir o padrão de 2022, com parte do eleitorado votando mais para rejeitar um candidato do que para escolher o preferido. Nesse cenário, o eleitor não polarizado, mais urbano, informado e sem posição ideológica fixa, ganha protagonismo. Segundo ele, esse grupo tende mais a Lula, mas segue volátil e pode mudar até o pleito. “A eleição tende a ser decidida por esse eleitor que não está nem com Lula nem com Bolsonaro”, disse.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/eleitor-nao-polarizado-vai-decidir-eleicao-diz-ceo-da-nexus
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