Cury diz que não demitirá servidores, mas não detalha cortes
Candidato do Avante disse que pretende valorizar e treinar funcionários públicos e avaliar a redução de até 30% dos cargos de confiança.
SBT News
Augusto Cury é candidato do Avante à Presidência da República e participou de sabatina do SBT News nesta terça-feira (18) | Reprodução
O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, negou nesta sexta-feira (11) a intenção de demitir servidores públicos em um eventual governo. Em vez de reduzir o quadro geral do funcionalismo, o presidenciável defendeu a valorização e o treinamento dos profissionais, além de anunciar que pretende reavaliar os cargos de confiança na administração federal.
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"Nós não vamos despedir colaboradores públicos. Eles devem ser valorizados e serão treinados para apresentar o melhor trabalho para a sociedade. Existem 50 mil cargos de confiança. Esses cargos serão avaliados, e nós analisaremos quais serão cortados — talvez 30% deles", afirmou Cury.
A declaração foi feita durante entrevista ao SBT Brasil. A sabatina faz parte da série especial da emissora com os seis candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República.
Questionado sobre quais ministérios pretende extinguir, Cury evitou apresentar uma lista. Segundo ele, antecipar os cortes poderia intensificar a polarização durante a campanha.
"Eu não vou me adiantar agora, porque, se eu colocar isso na pauta, vai ser um fator de polarização intensa", declarou.
O candidato citou, no entanto, a possibilidade de unir o Ministério da Agricultura ao Ministério da Pesca. "Existem várias propostas. Me desculpe não poder adiantar, porque eu quero falar de alguns projetos que são mais relevantes para mim", acrescentou.
Cury também defendeu a realização de uma auditoria na estrutura do Estado para identificar despesas que poderiam ser reduzidas. Segundo o ele, a reorganização da máquina pública poderia gerar uma economia equivalente a até 2% do Produto Interno Bruto (PIB), mas ele não detalhou como esse resultado seria alcançado.
"Temos que fazer uma auditoria no Estado para saber onde podemos cortar gorduras. Certamente não serão funcionários públicos. Eles serão treinados e equipados para prestar o melhor serviço", disse.
Cury diz que não demitirá servidores, mas não detalha cortesCandidato do Avante disse que pretende valorizar e treinar funcionários públicos e avaliar a redução de até 30% dos cargos de confiança.Política2026-09-11T23:31:17.518ZO candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, negou nesta sexta-feira (11) a intenção de demitir servidores públicos em um eventual governo. Em vez de reduzir o quadro geral do funcionalismo, o presidenciável defendeu a valorização e o treinamento dos profissionais, além de anunciar que pretende reavaliar os cargos de confiança na administração federal. "Nós não vamos despedir colaboradores públicos. Eles devem ser valorizados e serão treinados para apresentar o melhor trabalho para a sociedade. Existem 50 mil cargos de confiança. Esses cargos serão avaliados, e nós analisaremos quais serão cortados — talvez 30% deles", afirmou Cury. A declaração foi feita durante entrevista ao SBT Brasil. A sabatina faz parte da série especial da emissora com os seis candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República. Questionado sobre quais ministérios pretende extinguir, Cury evitou apresentar uma lista. Segundo ele, antecipar os cortes poderia intensificar a polarização durante a campanha. "Eu não vou me adiantar agora, porque, se eu colocar isso na pauta, vai ser um fator de polarização intensa", declarou. O candidato citou, no entanto, a possibilidade de unir o Ministério da Agricultura ao Ministério da Pesca. "Existem várias propostas. Me desculpe não poder adiantar, porque eu quero falar de alguns projetos que são mais relevantes para mim", acrescentou. Cury também defendeu a realização de uma auditoria na estrutura do Estado para identificar despesas que poderiam ser reduzidas. Segundo o ele, a reorganização da máquina pública poderia gerar uma economia equivalente a até 2% do Produto Interno Bruto (PIB), mas ele não detalhou como esse resultado seria alcançado. "Temos que fazer uma auditoria no Estado para saber onde podemos cortar gorduras. Certamente não serão funcionários públicos. Eles serão treinados e equipados para prestar o melhor serviço", disse.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/cury-diz-que-nao-demitira-servidores-mas-nao-detalha-cortes