CGU investiga sumiço de documentos do Ministério do Meio Ambiente no governo Bolsonaro
Conteúdo das informações que foram retiradas do ar não foi detalhado pela Controladoria
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Lara Curcino
27/07/2024, 00:27 • Atualizado em 27/07/2024, 00:27
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A Controladoria-Geral da União (CGU) abriu uma investigação preliminar, nesta sexta-feira (26), para apurar a suposta remoção do ar de milhares de documentos do Ministério do Meio Ambiente durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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A apuração foi aberta depois que a Secretaria Nacional de Acesso à Informação (Snai), da CGU, tomou conhecimento do fato e o encaminhou para apuração. A Secretaria Federal de Controle (SFC) instaurou o processo e vai comandar a investigação.
O conteúdo dos documentos removidos do ar não foi detalhado. Questionada sobre o caso, a CGU disse que não pode fornecer detalhes, já que o procedimento ainda está em curso.
Em nota, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima afirmou que "atua em conjunto com a CGU para apurar a informação de que documentos foram retirados do site no governo anterior”.
A pasta pontuou ainda que a abertura da investigação preliminar sumária foi determinada, inicialmente, pelo gabinete da ministra Marina Silva.
Durante o governo Bolsonaro, o Ministério do Meio Ambiente foi comandado pelo agora deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), do início até junho de 2021, e pelo administrador Joaquim Leite, pelo restante do período.
CGU investiga sumiço de documentos do Ministério do Meio Ambiente no governo BolsonaroConteúdo das informações que foram retiradas do ar não foi detalhado pela ControladoriaPolítica2024-07-27T00:27:43.077ZA Controladoria-Geral da União (CGU) abriu uma investigação preliminar, nesta sexta-feira (26), para apurar a suposta remoção do ar de milhares de documentos do Ministério do Meio Ambiente durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A apuração foi aberta depois que a Secretaria Nacional de Acesso à Informação (Snai), da CGU, tomou conhecimento do fato e o encaminhou para apuração. A Secretaria Federal de Controle (SFC) instaurou o processo e vai comandar a investigação. O conteúdo dos documentos removidos do ar não foi detalhado. Questionada sobre o caso, a CGU disse que não pode fornecer detalhes, já que o procedimento ainda está em curso. Em nota, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima afirmou que "atua em conjunto com a CGU para apurar a informação de que documentos foram retirados do site no governo anterior”. A pasta pontuou ainda que a abertura da investigação preliminar sumária foi determinada, inicialmente, pelo gabinete da ministra Marina Silva. Durante o governo Bolsonaro, o Ministério do Meio Ambiente foi comandado pelo agora deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), do início até junho de 2021, e pelo administrador Joaquim Leite, pelo restante do período. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/cgu-investiga-sumico-de-documentos-do-ministerio-do-meio-ambiente-no-governo-bolsonaro
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