Manuela deixou o PCdoB após mais de duas décadas no ano passado. | Paulo Pinto/Agência Brasil
A candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul, Manuela d’Ávila (PSOL), afirmou que fará uma campanha centrada no combate à violência política e na responsabilização de agressores. Em entrevista ao Central de Notícias, do SBT News, nesta quinta-feira (30), ela destacou que pretende enfrentar a misoginia no debate público e expor ataques virtuais.
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“Então eu vou fazer essa disputa eleitoral fazendo com que a vergonha mude de lado. Os meus agressores não vão passar incólumes. Essa é uma decisão que eu tomei. Esse é o meu pacto comigo mesma”, declarou.
Manuela se afastou das eleições institucionais após 2022, após episódios de violência política e ameaças contra ela e sua filha. No período, manteve atuação na militância social e no terceiro setor. Agora, retorna à disputa pelo Senado, aparecendo à frente nas pesquisas de intenção de voto no estado.
Segundo a ex-deputada, a decisão de voltar foi tomada em um momento de estabilidade pessoal. “Eu volto a concorrer porque eu estou bem e a minha família está bem. O que nós vivemos, eu não desejo que nenhuma mulher na política seja submetida”, afirmou.
Sobre o cenário eleitoral, Manuela disse que adotará duas estratégias: denunciar ataques e apresentar propostas. Ela criticou adversários por priorizarem pautas como críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e pedidos de impeachment de ministros.
Para a candidata, embora o tema seja atribuição do Senado, não deve servir como “cortina de fumaça”. Ela defende que o Congresso priorize agendas como o combate à emergência climática, especialmente no Rio Grande do Sul, a regulação do uso excessivo de telas por adolescentes e o fortalecimento de políticas públicas voltadas às mulheres e mães.
Campanha visa combater violência contra mulher, diz ManuelaCandidata ao Senado diz que campanha vai denunciar violência política e apresentar propostas, com foco em mulheres, clima e regulação digitalPolítica2026-07-30T20:27:14.894ZA candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul, Manuela d’Ávila (PSOL), afirmou que fará uma campanha centrada no combate à violência política e na responsabilização de agressores. Em entrevista ao Central de Notícias, do SBT News, nesta quinta-feira (30), ela destacou que pretende enfrentar a misoginia no debate público e expor ataques virtuais. “Então eu vou fazer essa disputa eleitoral fazendo com que a vergonha mude de lado. Os meus agressores não vão passar incólumes. Essa é uma decisão que eu tomei. Esse é o meu pacto comigo mesma”, declarou. Manuela se afastou das eleições institucionais após 2022, após episódios de violência política e ameaças contra ela e sua filha. No período, manteve atuação na militância social e no terceiro setor. Agora, retorna à disputa pelo Senado, aparecendo à frente nas pesquisas de intenção de voto no estado. Segundo a ex-deputada, a decisão de voltar foi tomada em um momento de estabilidade pessoal. “Eu volto a concorrer porque eu estou bem e a minha família está bem. O que nós vivemos, eu não desejo que nenhuma mulher na política seja submetida”, afirmou. Sobre o cenário eleitoral, Manuela disse que adotará duas estratégias: denunciar ataques e apresentar propostas. Ela criticou adversários por priorizarem pautas como críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e pedidos de impeachment de ministros. Para a candidata, embora o tema seja atribuição do Senado, não deve servir como “cortina de fumaça”. Ela defende que o Congresso priorize agendas como o combate à emergência climática, especialmente no Rio Grande do Sul, a regulação do uso excessivo de telas por adolescentes e o fortalecimento de políticas públicas voltadas às mulheres e mães. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/campanha-visa-combater-violencia-contra-mulher-diz-manuela
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