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Nos bastidores, a avaliação é de que as revelações podem ser exploradas por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro para reforçar o discurso em defesa do impeachment de integrantes da Corte. A campanha, porém, minimiza reflexos diretos sobre a candidatura de Lula.
Interlocutores ouvidos pelo SBT News defendem que o presidente vá a público dizer que a transparência na divulgação das informações vem durante seu governo, mas cobram o mesmo tratamento para investigações que envolvem adversários políticos.
Eles citam como exemplo a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e reclamam de vazamentos recorrentes de informações relacionadas às apurações envolvendo o filho do presidente.
A avaliação é de que, se informações sob sigilo relacionadas a Lulinha vêm sendo tornadas públicas, deveria haver transparência semelhante em outros casos. Integrantes da campanha citam o chamado caso Dark Horse, as contas relacionadas ao filme e notas fiscais emitidas pelo escritório de Flávio Bolsonaro para o Banco Master.
Nos bastidores, também há cobrança para que sejam tornadas públicas informações bancárias relacionadas a Flávio Bolsonaro e ao irmão, Eduardo Bolsonaro. A campanha tenta, assim, deslocar o debate para o que considera uma diferença de tratamento entre investigações envolvendo os dois campos políticos.
A principal crítica recai sobre o ministro André Mendonça. Integrantes da campanha avaliam que o momento de algumas das medidas adotadas pelo ministro coincide com o período eleitoral e questionam o que classificam, reservadamente, como um “timing eleitoral”.
Para esses interlocutores, não seria possível analisar isoladamente o momento em que as decisões são tomadas. A avaliação é de que, em política, coincidências dessa natureza também produzem efeitos e precisam ser consideradas.
Reservadamente, integrantes da campanha afirmam ainda que a Justiça deve aplicar o mesmo rigor a todos os casos. A leitura é de que, quando determinadas frentes recebem atenção enquanto outras permanecem fora do foco, abre-se espaço para questionamentos sobre a finalidade das decisões.
Campanha de Lula vê ‘timing eleitoral’ em ações de MendonçaAliados do petista cobram mesmo rigor em apurações que envolvem a família Bolsonaro e defendem transparência sobre sigilosPolítica2026-09-01T20:03:47.518ZIntegrantes da campanha do avaliam que a envolvendo o ministro , do Supremo Tribunal Federal, e o não tem relação direta com a candidatura petista, embora reconheçam que o episódio pode dar novo fôlego ao discurso bolsonarista contra ministros do STF. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Nos bastidores, a avaliação é de que as revelações podem ser exploradas por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro para reforçar o discurso em defesa do impeachment de integrantes da Corte. A campanha, porém, minimiza reflexos diretos sobre a candidatura de Lula. Interlocutores ouvidos pelo SBT News defendem que o presidente vá a público dizer que a transparência na divulgação das informações vem durante seu governo, mas cobram o mesmo tratamento para investigações que envolvem adversários políticos. Eles citam como exemplo a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e reclamam de vazamentos recorrentes de informações relacionadas às apurações envolvendo o filho do presidente. A avaliação é de que, se informações sob sigilo relacionadas a Lulinha vêm sendo tornadas públicas, deveria haver transparência semelhante em outros casos. Integrantes da campanha citam o chamado , as contas relacionadas ao filme e notas fiscais emitidas pelo escritório de para o . Nos bastidores, também há cobrança para que sejam tornadas públicas informações bancárias relacionadas a Flávio Bolsonaro e ao irmão, Eduardo Bolsonaro. A campanha tenta, assim, deslocar o debate para o que considera uma diferença de tratamento entre investigações envolvendo os dois campos políticos. A principal crítica recai sobre o ministro André Mendonça. Integrantes da campanha avaliam que o momento de algumas das medidas adotadas pelo ministro coincide com o período eleitoral e questionam o que classificam, reservadamente, como um “timing eleitoral”. Para esses interlocutores, não seria possível analisar isoladamente o momento em que as decisões são tomadas. A avaliação é de que, em política, coincidências dessa natureza também produzem efeitos e precisam ser consideradas. Reservadamente, integrantes da campanha afirmam ainda que a Justiça deve aplicar o mesmo rigor a todos os casos. A leitura é de que, quando determinadas frentes recebem atenção enquanto outras permanecem fora do foco, abre-se espaço para questionamentos sobre a finalidade das decisões.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/campanha-de-lula-ve-timing-eleitoral-em-acoes-de-mendonca
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