Aécio diz ter ‘um movimento no partido’ para lançá-lo à Presidência da República
Deputado, derrotado por Dilma em 2014, preside o PSDB, partido que vive declínio nos últimos anos
Ranier Bragon
20/05/2026, 19:56 • Atualizado em 20/05/2026, 20:14
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O deputado federal Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, disse nesta quarta-feira (20) haver “um movimento” em seu partido para lançá-lo à Presidência da República.
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Ele disse que é preciso aguardar como “as coisas vão caminhar”, mas que é preciso criar uma alternativa a Lula (PT) e Bolsonaro (PL).
O tucano foi um dos principais nomes da política em décadas passadas, perdeu a Presidência para Dilma Rousseff em 2014 e depois submergiu em meio ao envolvimento do seu nome no escândalo da Lava Jato.
O partido de Aécio também desabou de principal legenda do país, durante os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), para uma legenda hoje próximo ao naniquismo.
Aécio discutiu uma possível candidatura presidencial em reunião com o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força.
Nos bastidores, aliados afirmam que o movimento é o que se chama na política de “balão de ensaio”. Ou seja, o anúncio de uma postulação que não necessariamente é concreta, mas sim um lance cujo objetivo é averiguar reações e testar cenários possíveis.
Deputado Paulinho da Força | Foto: Lula Marques/Agência Brasil - 23.09.2025
Aécio diz ter ‘um movimento no partido’ para lançá-lo à Presidência da RepúblicaDeputado, derrotado por Dilma em 2014, preside o PSDB, partido que vive declínio nos últimos anosPolítica2026-05-20T19:56:44.980ZO deputado federal Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, disse nesta quarta-feira (20) haver “um movimento” em seu partido para lançá-lo à Presidência da República. Ele disse que é preciso aguardar como “as coisas vão caminhar”, mas que é preciso criar uma alternativa a Lula (PT) e Bolsonaro (PL). O tucano foi um dos principais nomes da política em décadas passadas, perdeu a Presidência para Dilma Rousseff em 2014 e depois submergiu em meio ao envolvimento do seu nome no escândalo da Lava Jato. O partido de Aécio também desabou de principal legenda do país, durante os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), para uma legenda hoje próximo ao naniquismo. Aécio discutiu uma possível candidatura presidencial em reunião com o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força. Nos bastidores, aliados afirmam que o movimento é o que se chama na política de “balão de ensaio”. Ou seja, o anúncio de uma postulação que não necessariamente é concreta, mas sim um lance cujo objetivo é averiguar reações e testar cenários possíveis.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/aecio-diz-ter-um-movimento-no-partido-para-lanca-lo-a-presidencia-da-republica
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