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Polícia

Tiroteio em bar de Nova Iguaçu deixa dois mortos e feridos; facção de Peixão é suspeita

Crime teria sido executado por narcoterroristas ligados ao tráfico do Inferninho, sob comando da facção do Complexo de Israel

Imagem da noticia Tiroteio em bar de Nova Iguaçu deixa dois mortos e feridos; facção de Peixão é suspeita
Dois são mortos e dois ficam feridos em tiroteio em bar no Rio | Reprodução
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Um novo ataque a tiros em um bar deixou duas pessoas mortas e pelo menos duas feridas em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A ação aconteceu na noite de quarta-feira (4), um dia antes do tiroteio em Sulacap e, segundo a polícia, teria sido organizada por integrantes do grupo criminoso chefiado por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o funcionário do bar, vestindo uma camisa do Flamengo, levava talheres para uma das mesas externas. De repente, dois homens entram correndo no estabelecimento, seguidos por outros jovens em busca de proteção. Pouco depois, uma sequência de motos passa atirando. Um dos disparos atinge um pack de cerveja, que explode e derrama bebida pelo chão.

O ataque vitimou Bruno Tiago, funcionário do bar, e Lucas Azevedo, entregador. Ambos morreram na hora. Marcelo, outro cliente, foi atingido de raspão no abdômen e conseguiu sair do local. Juan Cardoso, operador de caixa, foi baleado e está internado em estado grave no Hospital Geral de Nova Iguaçu.

Moradores da região relataram que o alvo seria um homem ainda não identificado, que estava no bar no momento do ataque, mas conseguiu fugir sem ferimentos. Quando a polícia chegou, o local já estava vazio.

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Peixão

Segundo as investigações, o ataque teria sido executado por narcoterroristas ligados à facção criminosa que domina a favela do Inferninho, sob o comando de Sheik. Essa organização é subordinada a Peixão, chefe do Complexo de Israel, na zona norte do Rio.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) está investigando o caso com base nas imagens de segurança e nos depoimentos das testemunhas, na tentativa de identificar e prender os responsáveis pelo ataque.

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