Tia de Djidja Cardoso nega que família tinha seita: "Imaginação dela"
A reportagem do SBT conversou, com exclusividade, com Cleomar Cardoso, que saiu em defesa da família e falou a respeito do vício dos familiares em cetamina
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Clayton Pascarelli
06/06/2024, 23:43 • Atualizado em 06/06/2024, 23:55
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Claudiele Santos da Silva, uma das investigadas no caso da morte de Djidja Cardoso, ex-Sinhazinha do Boi Garantido, deixou a cadeia nesta quinta-feira (06), em Manaus.
A maquiadora recebeu o benefício por ter uma filha menor de idade e vai cumprir prisão domiciliar. Ela negou as denúncias que a envolvem na morte de Djidja, supostamente por overdose.
A reportagem do SBT conversou, com exclusividade, com Cleomar Cardoso, irmã de Cleusimar, mãe de Djidja, que está presa. Ela diz que a acusada foi responsável pela gravação dos filhos consumindo a cetamina, um anestésico veterinário que provoca alucinações, mas negou que a família faria parte de uma seita.
"Aqueles vídeos que estão mostrando para todo mundo é apenas o vício, a aplicação. Não é uma seita, isso foi uma imaginação da cabeça dela, uma imaginação", diz ela.
Além de Cleusimar, permanecem presos o irmão de Djidja, Ademar Cardoso, e os funcionários da rede de salões de beleza da ex-Sinhazinha, Verônica da Costa Seixas e Marlisson Vasconcelos Dantas.
A investigação aponta para o uso da cetamina em rituais de uma seita criada pela família Cardoso. A droga teria causado a morte de Djidja, em 28 de maio. Testemunhas, que já prestaram depoimento, contaram que havia pressão para que usassem a cetamina vendida nos salões.
Agora, a polícia tenta descobrir quem fornecia o anestésico à família Cardoso e conta com a ajuda do Conselho Regional de Veterinária.
"A gente estava avaliando quem eram as pessoas responsáveis por realizar essa distribuição. Poderia ser o próprio proprietário da clínica veterinária ou algum funcionário ligado a rede", diz Cícero Cardoso, delegado que investiga o caso.
A droga também é consumida em festas e baladas de Manaus. Um jovem, que não quis se identificar, falou sobre o vício. “Eu fui naquela curiosidade, porque eu via, as pessoas ficavam naquele êxtase, maravilhadas, curtindo muito, logo após usar, aí eu fui experimentar”, revela.
Tia de Djidja Cardoso nega que família tinha seita: "Imaginação dela"A reportagem do SBT conversou, com exclusividade, com Cleomar Cardoso, que saiu em defesa da família e falou a respeito do vício dos familiares em cetaminaCidades2024-06-06T23:43:24.466Z Claudiele Santos da Silva, uma das investigadas no caso da morte de Djidja Cardoso, ex-Sinhazinha do Boi Garantido, deixou a cadeia nesta quinta-feira (06), em Manaus. A maquiadora recebeu o benefício por ter uma filha menor de idade e vai cumprir prisão domiciliar. Ela negou as denúncias que a envolvem na morte de Djidja, supostamente por overdose. A reportagem do SBT conversou, com exclusividade, com Cleomar Cardoso, irmã de Cleusimar, mãe de Djidja, que está presa. Ela diz que a acusada foi responsável pela gravação dos filhos consumindo a cetamina, um anestésico veterinário que provoca alucinações, mas negou que a família faria parte de uma seita. "Aqueles vídeos que estão mostrando para todo mundo é apenas o vício, a aplicação. Não é uma seita, isso foi uma imaginação da cabeça dela, uma imaginação", diz ela. Além de Cleusimar, permanecem presos o irmão de Djidja, Ademar Cardoso, e os funcionários da rede de salões de beleza da ex-Sinhazinha, Verônica da Costa Seixas e Marlisson Vasconcelos Dantas. A investigação aponta para o uso da cetamina em rituais de uma seita criada pela família Cardoso. A droga teria causado a morte de Djidja, em 28 de maio. Testemunhas, que já prestaram depoimento, contaram que havia pressão para que usassem a cetamina vendida nos salões. Agora, a polícia tenta descobrir quem fornecia o anestésico à família Cardoso e conta com a ajuda do Conselho Regional de Veterinária. "A gente estava avaliando quem eram as pessoas responsáveis por realizar essa distribuição. Poderia ser o próprio proprietário da clínica veterinária ou algum funcionário ligado a rede", diz Cícero Cardoso, delegado que investiga o caso. A droga também é consumida em festas e baladas de Manaus. Um jovem, que não quis se identificar, falou sobre o vício. “Eu fui naquela curiosidade, porque eu via, as pessoas ficavam naquele êxtase, maravilhadas, curtindo muito, logo após usar, aí eu fui experimentar”, revela. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/tia-de-djidja-cardoso-nega-que-familia-tinha-seita-imaginacao-dela
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