Suspeito de matar secretária da APAE de Bauru tentou despistar investigação
Polícia confirmou que Cláudia Lobo foi assassinada pelo presidente da entidade, Roberto Franceschetti Filho
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Marco Pagetti
28/08/2024, 10:33 • Atualizado em 28/08/2024, 10:49
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O suspeito de matar a secretária executiva da APAE de Bauru, no interior de São Paulo, tentou despistar a investigação no início da apuração do caso. A Polícia Civil confirmou que Cláudia Lobo foi assassinada com um tiro disparado por Roberto Franceschetti Filho, presidente da entidade.
Segundo os agentes, Cláudia foi atingida pelo disparo e, depois, teve o corpo queimado. Ela tinha desaparecido em 6 de agosto. A principal motivação para o crime seriam disputas de poder e desvios de verba dentro da Apae.
No dia do desaparecimento, Cláudia foi vista entrando em um carro da entidade, segurando um envelope. Depois, em outro local, Roberto é visto saindo do banco de passageiros e assumindo a direção do carro, enquanto Cláudia vai para o banco de trás, onde foi assassinada.
Investigação vai apurar desvios de dinheiro
A perícia encontrou objetos da APAE nas cinzas do terreno usado para descarte. Ali, um funcionário afastado da associação teria ajudado Roberto a ocultar o corpo de Cláudia. O autor do crime ainda ameaçou o funcionário.
De acordo com a investigação, o corpo de Cláudia foi queimado junto aos papéis da entidade. O carro da instituição foi abandonado próximo do local, com marcas de sangue no banco traseiro. Uma cápsula de pistola foi encontrada no interior do veículo, com o mesmo calibre da arma apreendida na casa de Roberto.
O presidente foi preso e tentou despistar a investigação no início, afirmando que os dois levariam dinheiro para um parente da funcionária. Segundo a polícia, ao ser preso, Roberto admitiu informalmente que cometeu o assassinato. A investigação aguarda os laudos de exames de DNA, e segue apurando os desvios de dinheiro da entidade.
Suspeito de matar secretária da APAE de Bauru tentou despistar investigaçãoPolícia confirmou que Cláudia Lobo foi assassinada pelo presidente da entidade, Roberto Franceschetti Filho Cidades2024-08-28T10:33:58.296Z O suspeito de matar a secretária executiva da APAE de Bauru, no interior de São Paulo, tentou despistar a investigação no início da apuração do caso. A Polícia Civil confirmou que Cláudia Lobo foi assassinada com um tiro disparado por Roberto Franceschetti Filho, presidente da entidade. Segundo os agentes, Cláudia foi atingida pelo disparo e, depois, teve o corpo queimado. Ela tinha desaparecido em 6 de agosto. A principal motivação para o crime seriam disputas de poder e desvios de verba dentro da Apae. No dia do desaparecimento, Cláudia foi vista entrando em um carro da entidade, segurando um envelope. Depois, em outro local, Roberto é visto saindo do banco de passageiros e assumindo a direção do carro, enquanto Cláudia vai para o banco de trás, onde foi assassinada. Investigação vai apurar desvios de dinheiro A perícia encontrou objetos da APAE nas cinzas do terreno usado para descarte. Ali, um funcionário afastado da associação teria ajudado Roberto a ocultar o corpo de Cláudia. O autor do crime ainda ameaçou o funcionário. De acordo com a investigação, o corpo de Cláudia foi queimado junto aos papéis da entidade. O carro da instituição foi abandonado próximo do local, com marcas de sangue no banco traseiro. Uma cápsula de pistola foi encontrada no interior do veículo, com o mesmo calibre da arma apreendida na casa de Roberto. O presidente foi preso e tentou despistar a investigação no início, afirmando que os dois levariam dinheiro para um parente da funcionária. Segundo a polícia, ao ser preso, Roberto admitiu informalmente que cometeu o assassinato. A investigação aguarda os laudos de exames de DNA, e segue apurando os desvios de dinheiro da entidade. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/suspeito-de-matar-secretaria-da-apae-de-bauru-tentou-despistar-investigacao
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