Condenado por roubos, Umberto é considerado foragido. Ele foi procurado durante uma operação realizada na última terça-feira (23). O suspeito ficou preso em cadeias de cinco cidades diferentes no estado de São Paulo.
Umberto foi identificado por meio de impressões digitais encontradas em uma casa usada pelos criminosos, em Mongaguá, no litoral paulista. O imóvel fica a 27 quilômetros do local onde o ex-delegado foi morto, em Praia Grande, na semana passada. No local, peritos encontraram digitais e material genético em diversos pontos.
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Ruy Ferraz Fontes foi assassinado quando saía da Prefeitura de Praia Grande, onde atuava como secretário de Administração.
A casa de Mongaguá foi alugada por outro suspeito, Flávio Henrique Ferreira de Souza, que também está foragido e teve a prisão decretada na semana passada. Impressões digitais dele foram encontradas em um carro que seria usado para a fuga dos atiradores, mas acabou abandonado.
Segundo as investigações, Flávio pegou as chaves da casa no dia 28 de agosto, dezoito dias antes do crime. Ele ainda renovou o aluguel nos dias 13 e 14 de setembro, na véspera do assassinato. O dono do imóvel afirmou aos policiais que o suspeito não devolveu as chaves.
Exclusivo: saiba quem é o oitavo suspeito pelo assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz FontesCriminoso foragido já ficou preso em cadeias de cinco cidades diferentes no estado de São PauloCidades2025-09-24T23:17:43.585ZO oitavo suspeito de envolvimento no , escapou de um cerco formado pela Polícia Civil. O nome dele é Umberto Alberto Gomes, de 39 anos. Condenado por roubos, Umberto é considerado foragido. Ele foi procurado durante uma operação realizada na última terça-feira (23). O suspeito ficou preso em cadeias de cinco cidades diferentes no estado de São Paulo. Umberto foi identificado por meio de impressões digitais encontradas em uma . O imóvel fica a 27 quilômetros do local onde o ex-delegado foi morto, em Praia Grande, na semana passada. No local, peritos encontraram digitais e material genético em diversos pontos. Ruy Ferraz Fontes foi assassinado quando saía da Prefeitura de Praia Grande, onde atuava como secretário de Administração. A casa de Mongaguá foi alugada por outro suspeito, Flávio Henrique Ferreira de Souza, que também está foragido e teve a prisão decretada na semana passada. Impressões digitais dele foram encontradas em um carro que seria usado para a fuga dos atiradores, mas acabou abandonado. Segundo as investigações, Flávio pegou as chaves da casa no dia 28 de agosto, dezoito dias antes do crime. Ele ainda renovou o aluguel nos dias 13 e 14 de setembro, na véspera do assassinato. O dono do imóvel afirmou aos policiais que o suspeito não devolveu as chaves. Outro homem ligado ao caso, William Silva Marques, proprietário de uma casa em Praia Grande que também foi usada pelos criminosos, segue preso. Ele . Marques disse ainda que não possui contrato, comprovante ou mensagens com a negociação da locação. No total, dos oito suspeitos identificados até agora, quatro estão presos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/saiba-quem-e-o-oitavo-suspeito-pelo-assassinato-do-ex-delegado-ruy-ferraz-fontes
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