Publicidade
Polícia

Polícia prende golpista que vendia ingressos falsos para show de Bruno Mars em Brasília

Investigação da PCDF aponta que criminoso enganou pelo menos 30 pessoas; cantor pop segue em turnê pelo Brasil até início de novembro

Imagem da noticia Polícia prende golpista que vendia ingressos falsos para show de Bruno Mars em Brasília
Investigação estima que criminoso tenha conseguido pelo menos R$ 50 mil com golpes | Reprodução/Instagram e Divulgação/PCDF
• Atualizado em
Publicidade

Um golpista que vendia ingressos falsos para show de Bruno Mars em Brasília e enganou pelo menos 30 pessoas foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nesta segunda-feira (21).

+ Criminosos usam deep fake para aplicar golpes virtuais

Investigação estima que criminoso, de 22 anos, tenha obtido pelo menos R$ 50 mil com golpes praticados contra fãs do cantor pop, famoso por hits como "24K Magic", "Finesse" e "Uptown Funk".

A bordo de turnê pelo Brasil nos meses de outubro e novembro, Mars se apresenta na capital federal no sábado (26) e domingo (27), na Arena BRB Mané Garrincha.

Ingressos falsos vendidos via Pix

A investigação da PCDF aponta que o criminoso usava perfis nas redes sociais para vender ingressos falsos via Pix. Para dar ar de credibilidade ao negócio ilegal, ele se passava por professor universitário e da rede pública de ensino.

Após confirmação de pagamento, o golpista cortava comunicação e parava de falar com compradores, que tiveram prejuízos de R$ 150 a R$ 2 mil. A PCDF identificou que o falsário enganou pessoas de várias estados do Brasil, sobretudo "estudantes, mulheres e jovens".

+ Miley Cyrus é processada por copiar música de Bruno Mars em 'Flowers'; entenda

O suspeito ainda utilizou documentos falsos e contas bancárias de terceiros no golpe do ingresso falso. Além do mandado de prisão preventiva, o homem foi alvo de busca e apreensão. A operação de hoje, batizada de Locked Out, cumpriu ordens judiciais em Planaltina (DF) e Planaltina de Goiás (GO).

O golpista foi autuado por crimes de estelionato eletrônico continuado e uso de documento falso. Investigação segue em andamento para localizar outras vítimas e possível participação de outras pessoas no esquema.

Publicidade

Últimas Notícias

Publicidade