Polícia prende dupla ligada a fábrica clandestina de canetas emagrecedoras em São Paulo
Dois suspeitos foram presos em flagrante por fabricar versões falsas de remédios como Mounjaro e Ozempic na zona leste da capital
Derick Toda
Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar de São Paulo até os veículos usados por uma quadrilha especializada na fabricação de medicamentos falsificados. Dentro dos carros, os agentes encontraram canetas emagrecedoras, seringas e dezenas de frascos com insumos utilizados em uma fábrica clandestina na zona leste da capital.
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Durante a operação, dois suspeitos foram presos em flagrante. Segundo a polícia, um deles confessou como funcionava todo o esquema e a cadeia de produção dos remédios ilegais ligados ao crime organizado.
De acordo com as investigações, o grupo comprava os insumos no comércio ilegal, em mercados alternativos, e depois levava o material até o laboratório clandestino, onde tudo era manipulado. Os criminosos falsificavam rótulos de medicamentos como Mounjaro e Ozempic e etiquetavam os produtos.
Esses medicamentos originais são usados no tratamento do diabetes, mas ganharam fama pelo efeito emagrecedor. No mercado regular, custam entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil. Já as versões falsificadas eram vendidas bem abaixo do preço, sem comprovação de eficácia e com alto risco à saúde.
Para a polícia, a dupla presa faz parte de um esquema maior. Ainda falta identificar os fornecedores dos insumos e os compradores responsáveis por revender os medicamentos no mercado paralelo e em farmácias de pequeno porte.
Três celulares foram apreendidos e podem ajudar nas investigações após a quebra do sigilo telefônico, revelando conversas, movimentações e ligações entre os envolvidos. O caso segue sendo investigado pela delegacia responsável.
Recentemente, outra denúncia anônima levou à descoberta de um laboratório clandestino em Santo André, na região metropolitana. Um idoso de 69 anos foi preso e confessou importar os insumos do Paraguai. Conforme o Código Penal, o crime de falsificação, corrupção ou adulteração de produtos terapêuticos ou medicinais prevê pena de 10 a 15 anos de prisão, além de multa.
Polícia prende dupla ligada a fábrica clandestina de canetas emagrecedoras em São PauloDois suspeitos foram presos em flagrante por fabricar versões falsas de remédios como Mounjaro e Ozempic na zona leste da capitalCidades2025-10-31T11:29:38.019ZUma denúncia anônima levou a Polícia Militar de São Paulo até os veículos usados por uma quadrilha especializada na fabricação de medicamentos falsificados. Dentro dos carros, os agentes encontraram canetas emagrecedoras, seringas e dezenas de frascos com insumos utilizados em uma fábrica clandestina na zona leste da capital. Durante a operação, dois suspeitos foram presos em flagrante. Segundo a polícia, um deles confessou como funcionava todo o esquema e a cadeia de produção dos remédios ilegais ligados ao crime organizado. De acordo com as investigações, o grupo comprava os insumos no comércio ilegal, em mercados alternativos, e depois levava o material até o laboratório clandestino, onde tudo era manipulado. Os criminosos falsificavam rótulos de medicamentos como Mounjaro e Ozempic e etiquetavam os produtos. Esses medicamentos originais são usados no tratamento do diabetes, mas ganharam fama pelo efeito emagrecedor. No mercado regular, custam entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil. Já as versões falsificadas eram vendidas bem abaixo do preço, sem comprovação de eficácia e com alto risco à saúde. Para a polícia, a dupla presa faz parte de um esquema maior. Ainda falta identificar os fornecedores dos insumos e os compradores responsáveis por revender os medicamentos no mercado paralelo e em farmácias de pequeno porte. Três celulares foram apreendidos e podem ajudar nas investigações após a quebra do sigilo telefônico, revelando conversas, movimentações e ligações entre os envolvidos. O caso segue sendo investigado pela delegacia responsável. Santo André Recentemente, outra denúncia anônima levou à descoberta de um laboratório clandestino em Santo André, na região metropolitana. Um idoso de 69 anos foi preso e confessou importar os insumos do Paraguai. Conforme o Código Penal, o crime de falsificação, corrupção ou adulteração de produtos terapêuticos ou medicinais prevê pena de 10 a 15 anos de prisão, além de multa.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/policia-de-sao-paulo-prende-dupla-ligada-a-fabrica-clandestina-de-canetas-emagrecedoras
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