Petrobras nega risco de desabastecimento no Brasil pela guerra no Irã
Estatal diz ter rotas alternativas ao Estreito de Ormuz, passagem afetada pelos bombardeios dos EUA e Israel a navios iranianos
SBT News
Fachada da Petrobras | Divulgação/Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobras emitiu nota nesta segunda-feira (2) informando que nem a empresa e nem os consumidores brasileiros deverão ser impactados no curto prazo com os efeitos da guerra no Irã sobre o mercado de petróleo.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Conforme a estatal, a maior parte dos fluxos de importação é feita fora da região conflagrada, além de haver rotas alternativas para contornar o Oriente Médio em caso de necessidade. O comunicado ainda acena ao mercado ao dizer que o protocolo assegura “segurança e custos competitivos para as operações da companhia, preservando as margens".
A rota percorrida pelo Estreito de Ormuz, entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, passou a ser evitada pelas embarcações globais depois dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no final de semana. Parte dos alvos foram navios de guerra iranianos que circulavam pelo local.
Porém, Pires também alertou para riscos internos – como a pressão inflacionária e uma eventual intervenção na Petrobras caso o preço do barril permaneça elevado.
Segundo ele, o Brasil caminha para produzir mais de 5 milhões de barris por dia até 2027 ou 2028, impulsionado pelo pré-sal, o que o coloca entre os cinco maiores produtores globais. O petróleo já é o principal item da balança comercial brasileira, e a alta do barril tende a ampliar o superávit externo.
Petrobras nega risco de desabastecimento no Brasil pela guerra no IrãEstatal diz ter rotas alternativas ao Estreito de Ormuz, passagem afetada pelos bombardeios dos EUA e Israel a navios iranianos Economia2026-03-02T20:13:28.264ZA Petrobras emitiu nota nesta segunda-feira (2) informando que nem a empresa e nem os consumidores brasileiros deverão ser impactados no curto prazo com os efeitos da guerra no Irã sobre o mercado de petróleo. Conforme a estatal, a maior parte dos fluxos de importação é feita fora da região conflagrada, além de haver rotas alternativas para contornar o Oriente Médio em caso de necessidade. O comunicado ainda acena ao mercado ao dizer que o protocolo assegura “segurança e custos competitivos para as operações da companhia, preservando as margens". A rota percorrida pelo Estreito de Ormuz, entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, passou a ser evitada pelas embarcações globais depois dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no final de semana. Parte dos alvos foram navios de guerra iranianos que circulavam pelo local. Pouco depois do comunicado, o Irã e que a Guarda Revolucionária irá incendiará qualquer navio que tentar cruzá-lo. Autossuficiência da Petrobras Em entrevista ao SBT News, Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura, afirmou que . Porém, Pires também alertou para riscos internos – como a pressão inflacionária e uma eventual intervenção na Petrobras caso o preço do barril permaneça elevado. Segundo ele, o Brasil caminha para produzir mais de 5 milhões de barris por dia até 2027 ou 2028, impulsionado pelo pré-sal, o que o coloca entre os cinco maiores produtores globais. O petróleo já é o principal item da balança comercial brasileira, e a alta do barril tende a ampliar o superávit externo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/petrobras-nega-risco-de-desabastecimento-no-brasil-pela-guerra-no-ira
Presidente do MDB nega participação na indicação de emendas
Questionamento de Flávio Dino alcança todos os partidos com representação no Congresso, após declarações de Valdemar Costa Neto sobre distribuição de recursos