PM do Rio age mais em áreas dominadas pelo tráfico do que em regiões comandadas por milícias
Pesquisa mostra que a chance de territórios dominados pelo tráfico registrarem confrontos é quase quatro vezes maior que os controlados por milícias
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Liane Borges
PM do Rio age mais em áreas do tráfico que de milícias| Tânia Rego/Agência Brasil
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A Polícia Militar do Rio de Janeiro executa mais ações em áreas dominadas pelo tráfico do que em regiões comandadas por milícias. É o que aponta um estudo do Instituto Fogo Cruzado e da Universidade Federal Fluminense.
De acordo com a pesquisa, a chance de territórios dominados pelo tráfico registrarem confrontos é quase quatro vezes maior que os controlados por milícias.
As milícias costumam ter a participação de agentes ou ex-agentes de segurança do estado. O relatório considerou tiroteios e operações ocorridas entre 2017 e 2023, mas não explica a pouca atenção dada aos milicianos.
O principal problema entre o tráfico e a milícia é a disputa por territórios. O estudo também considera inaceitável os níveis de confrontos, que atingem metade das áreas da região metropolitana do Rio. A Polícia Militar informou que a opção pelo confronto é dos criminosos e que, desde o início do ano, prendeu 4.400 pessoas ligadas a facções.
PM do Rio age mais em áreas dominadas pelo tráfico do que em regiões comandadas por milíciasPesquisa mostra que a chance de territórios dominados pelo tráfico registrarem confrontos é quase quatro vezes maior que os controlados por milíciasCidades2024-06-05T23:26:44.228ZA Polícia Militar do Rio de Janeiro executa mais ações em áreas dominadas pelo tráfico do que em regiões comandadas por milícias. É o que aponta um estudo do Instituto Fogo Cruzado e da Universidade Federal Fluminense. De acordo com a pesquisa, a chance de territórios dominados pelo tráfico registrarem confrontos é quase quatro vezes maior que os controlados por milícias. As milícias costumam ter a participação de agentes ou ex-agentes de segurança do estado. O relatório considerou tiroteios e operações ocorridas entre 2017 e 2023, mas não explica a pouca atenção dada aos milicianos. O principal problema entre o tráfico e a milícia é a disputa por territórios. O estudo também considera inaceitável os níveis de confrontos, que atingem metade das áreas da região metropolitana do Rio. A Polícia Militar informou que a opção pelo confronto é dos criminosos e que, desde o início do ano, prendeu 4.400 pessoas ligadas a facções. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/pm-do-rio-age-mais-em-areas-dominadas-pelo-trafico-do-que-em-regioes-comandadas-por-milicias