Motoristas de ônibus do Rio têm mais medo de assaltos do que de acidentes
Empresas reforçam segurança com escoltas e alterações de rotas após crescimento de roubos e sequestros de veículos
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Liane Borges, SBT Brasil
26/08/2025, 01:43 • Atualizado em 26/08/2025, 01:43
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Um levantamento de cinco empresas de transporte da Baixada Fluminense aponta que 48% dos motoristas de ônibus temem mais assaltos do que acidentes de trânsito.
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A pesquisa, que inclui profissionais responsáveis pelo transporte de cinco milhões de passageiros por mês, mostra ainda que 56% se consideram mais expostos à violência ao dirigir e 27% receiam se envolver em tiroteios.
Segundo o estudo, a violência contra ônibus na Baixada Fluminense tem apresentado crescimento expressivo. O número de veículos assaltados aumentou 30% em um ano, com um registro, em média, a cada 43 horas.Além disso, sequestros de coletivos ocorrem quase a cada dois diasno estado, com criminosos usando os veículos como barricadas.
Os casos incluem desde tentativas de roubo, que provocam colisões, até invasões em que criminosos fogem após confronto com os motoristas. Diante do cenário, as empresas de transporte adotam medidas emergenciais para reduzir os riscos, como mudanças de rotas, escoltas e acionamento da polícia em bloqueios por traficantes.
Motoristas de ônibus do Rio têm mais medo de assaltos do que de acidentesEmpresas reforçam segurança com escoltas e alterações de rotas após crescimento de roubos e sequestros de veículosCidades2025-08-26T01:43:12.715ZUm levantamento de cinco empresas de transporte da Baixada Fluminense aponta que 48% dos motoristas de ônibus temem mais assaltos do que acidentes de trânsito. A pesquisa, que inclui profissionais responsáveis pelo transporte de cinco milhões de passageiros por mês, mostra ainda que 56% se consideram mais expostos à violência ao dirigir e 27% receiam se envolver em tiroteios. Segundo o estudo, a violência contra ônibus na Baixada Fluminense tem apresentado crescimento expressivo. O número de veículos assaltados aumentou 30% em um ano, com um registro, em média, a cada 43 horas. Além disso, sequestros de coletivos ocorrem quase a cada dois dias no estado, com criminosos usando os veículos como barricadas. Os casos incluem desde tentativas de roubo, que provocam colisões, até invasões em que criminosos fogem após confronto com os motoristas. Diante do cenário, as empresas de transporte adotam medidas emergenciais para reduzir os riscos, como mudanças de rotas, escoltas e acionamento da polícia em bloqueios por traficantes.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/motoristas-de-onibus-do-rio-tem-mais-medo-de-assaltos-do-que-de-acidentes