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Polícia

Ministério Público de SP prende empresários envolvidos em plano de assassinar promotor de Justiça

Investigações apontam ligação dos suspeitos com crime organizado no planejamento do crime

Imagem da noticia Ministério Público de SP prende empresários envolvidos em plano de assassinar promotor de Justiça
MPSP prende empresários envolvidos em plano de assassinar promotor de Justiça | Divulgação/MPSP
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O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Militar prenderam dois empresários na manhã desta sexta-feira (29), suspeitos de financiar um plano para matar um promotor de Justiça. Um dos principais suspeitos de articular o crime é Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como "Mijão", apontado como um dos chefes de uma das maiores facções criminosas do país e um dos principais operadores do tráfico de drogas.

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Há meses, o promotor Amauri Silveira Filho investigava crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro através do comércio de carros de luxo, no âmbito da operação Linha Vermelha. Um dos investigados teria ligações com a cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC) e, para obstruir as investigações, ele teria planejado o assassinato de Amauri Filho.

Segundo o MP, os suspeitos teriam financiado a aquisição de veículos, armamentos e a contratação de operadores para emboscar o promotor.

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A operação foi coordenada pela Polícia Militar através do 1º Baep e promotores do Gaeco. As prisões dos suspeitos aconteceram na cidade de Campinas, um dos envolvidos foi preso em um condomínio de luxo localizado na Rodovia Campinas-Mogi e outro no bairro do Cambuí.

Também foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão ligados aos suspeitos. Durante as diligências, foram apreendidos celulares e uma pistola calibre .380 que pode ter sido destinada à execução do crime.

Apreensão da possível arma do crime | Divulgação/MPSP
Apreensão da possível arma do crime | Divulgação/MPSP
Apreensões feitas durante a ação | Divulgação/MPSP
Apreensões feitas durante a ação | Divulgação/MPSP

De acordo com as investigações, Mijão está foragido há anos e pode estar escondido na Bolívia, de onde continuaria comandando atividades criminosas.

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A Polícia Militar e o Ministério Público seguem com as investigações para identificar outros envolvidos.

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