Como agia a “Gangue da correntinha”, quadrilha que gravava roubos e exibia nas redes sociais
Grupo agia no centro de São Paulo e era monitorado havia cinco meses pelos policiais
Fabio Diamante, Robinson Cerantula
15/05/2026, 00:09 • Atualizado em 15/05/2026, 05:01
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A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quinta-feira (14) 16 suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubo de correntinhas de ouro na região da Rua 25 de Março, no centro da capital paulista.
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Segundo as investigações, o grupo se autointitulava “Gangue da correntinha", ou "Ganhe Mão de Ouro” e era monitorado havia cinco meses pelos policiais. Ao todo, 21 pessoas eram alvo da operação.
De acordo com a polícia, os criminosos atuavam de forma organizada e cada integrante tinha uma função específica durante os roubos.
Os investigadores identificaram que:
O “escalador” escolhia e apontava a vítima;
O “puxador” arrancava a correntinha;
Integrantes chamados de “parede” cercavam a vítima para impedir reação;
O “apoio” recebia a joia roubada e se misturava à multidão.
Os ataques aconteciam principalmente na região da Rua 25 de Março, conhecida pelo intenso comércio popular e grande circulação de pessoas.
Vídeos mostram ação contra idosos
Imagens obtidas pela investigação mostram vítimas sendo cercadas e atacadas rapidamente pelos criminosos. Em um dos flagrantes, um casal de idosos é abordado na calçada e tem a corrente roubada em poucos segundos.
Segundo a Polícia Civil, muitos crimes acabavam sem solução porque as vítimas não eram localizadas para formalizar denúncia.
Dos 21 investigados, seis são suspeitos de receptação das joias roubadas. Segundo a polícia, eles atuavam em bares e pequenos escritórios da região central de São Paulo, onde recebiam as correntinhas logo após os furtos e roubos.
Durante a operação, os agentes apreenderam cerca de R$ 30 mil em dinheiro e joias sem procedência.
Um dos investigados é Hélio Abreu dos Reis, conhecido como “Mãozinha”. Cadeirante e portador de uma doença degenerativa, ele é apontado como um dos receptadores da quadrilha.
Quadrilha ostentava crimes nas redes sociais
As investigações apontam ainda que os integrantes gravavam os próprios roubos e publicavam vídeos nas redes sociais. Nas postagens, os suspeitos marcavam os nomes dos integrantes da gangue.
Como agia a “Gangue da correntinha”, quadrilha que gravava roubos e exibia nas redes sociaisGrupo agia no centro de São Paulo e era monitorado havia cinco meses pelos policiaisCidades2026-05-15T00:09:02.543ZA Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quinta-feira (14) 16 suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubo de correntinhas de ouro na região da Rua 25 de Março, no centro da capital paulista. Segundo as investigações, o grupo se autointitulava “Gangue da correntinha", ou "Ganhe Mão de Ouro” e era monitorado havia cinco meses pelos policiais. Ao todo, 21 pessoas eram alvo da operação. + Como a quadrilha agia? De acordo com a polícia, os criminosos atuavam de forma organizada e cada integrante tinha uma função específica durante os roubos. Os investigadores identificaram que: Os ataques aconteciam principalmente na região da Rua 25 de Março, conhecida pelo intenso comércio popular e grande circulação de pessoas. Vídeos mostram ação contra idosos Imagens obtidas pela investigação mostram vítimas sendo cercadas e atacadas rapidamente pelos criminosos. Em um dos flagrantes, um casal de idosos é abordado na calçada e tem a corrente roubada em poucos segundos. Segundo a Polícia Civil, muitos crimes acabavam sem solução porque as vítimas não eram localizadas para formalizar denúncia. Dos 21 investigados, seis são suspeitos de receptação das joias roubadas. Segundo a polícia, eles atuavam em bares e pequenos escritórios da região central de São Paulo, onde recebiam as correntinhas logo após os furtos e roubos. Durante a operação, os agentes apreenderam cerca de R$ 30 mil em dinheiro e joias sem procedência. Um dos investigados é Hélio Abreu dos Reis, conhecido como “Mãozinha”. Cadeirante e portador de uma doença degenerativa, ele é apontado como um dos receptadores da quadrilha. Quadrilha ostentava crimes nas redes sociais As investigações apontam ainda que os integrantes gravavam os próprios roubos e publicavam vídeos nas redes sociais. Nas postagens, os suspeitos marcavam os nomes dos integrantes da gangue. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/como-agia-a-gangue-da-correntinha-quadrilha-que-gravava-roubos-e-exibiam-nas-redes-sociais