Câmera flagrou provável assassinato de funcionária da APAE de Bauru (SP)
Má gestão, disputa de poder e desvio de verba são motivações para o crime, segundo a polícia
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Primeiro Impacto
27/08/2024, 12:32 • Atualizado em 27/08/2024, 13:23
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Uma câmera de segurança flagrou aquele que seria o último momento de Cláudia Regina da Rocha Lobo com vida. Nas imagens, o presidente da entidade Roberto Franceschetti Filho é visto saindo do banco de passageiro e assumindo o volante, enquanto Cláudia vai para o banco traseiro.
Segundo a polícia, foi nesse momento que a funcionária foi assassinada. O carro ficou estacionado por três minutos – quando Roberto atirou em Cláudia. Ainda de acordo com a corporação, o assassinato teve várias motivações, como má gestão, desvio de verba e disputa de poder na entidade.
Após o crime, o suspeito teria acionado Dilomar Batista, funcionário do almoxarifado da Apae, a quem ameaçou para ajudá-lo no descarte do corpo. Dilomar foi ouvido pela polícia na última sexta-feira (23) e confessou que ajudou a queimar o corpo de Cláudia sob ameaça de Roberto.
As investigações têm prazo de 30 dias para conclusão.
Câmera flagrou provável assassinato de funcionária da APAE de Bauru (SP)Má gestão, disputa de poder e desvio de verba são motivações para o crime, segundo a polícia Cidades2024-08-27T12:32:59.145Z A Polícia Civil de São Paulo confirmou que a . O presidente da entidade foi preso suspeito pelo crime. Uma câmera de segurança flagrou aquele que seria o último momento de Cláudia Regina da Rocha Lobo com vida. Nas imagens, o presidente da entidade Roberto Franceschetti Filho é visto saindo do banco de passageiro e assumindo o volante, enquanto Cláudia vai para o banco traseiro. Segundo a polícia, foi nesse momento que a funcionária foi assassinada. O carro ficou estacionado por três minutos – quando Roberto atirou em Cláudia. Ainda de acordo com a corporação, o assassinato teve várias motivações, como má gestão, desvio de verba e disputa de poder na entidade. Após o crime, o suspeito teria acionado Dilomar Batista, funcionário do almoxarifado da Apae, a quem ameaçou para ajudá-lo no descarte do corpo. Dilomar foi ouvido pela polícia na última sexta-feira (23) e confessou que ajudou a queimar o corpo de Cláudia sob ameaça de Roberto. As investigações têm prazo de 30 dias para conclusão. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/camera-flagrou-provavel-assassinato-de-funcionaria-da-apae-de-bauru-sp
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