Brigadeiro envenenado: polícia ouve padrasto e mãe da suspeita de matar ex-namorado
Delegado responsável pela investigação acredita que os dois sabem o paradeiro de Júlia Andrade
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Fábio Barretto
04/06/2024, 22:54 • Atualizado em 04/06/2024, 23:47
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Luiz Marcelo Antônio Ormond morreu em maio | Reprodução
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A Polícia Civil ouve nesta terça-feira (4), duas novas testemunhas do caso do empresário morto pela namorada no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. Estão na delegacia o padrasto e a mãe da suspeita pelo crime, que está foragida, mas pode se entregar a qualquer momento.
O delegado responsável pela investigação, Marcos André Buss, acredita que os dois sabem o paradeiro de Júlia Andrade Carthemol Pimenta, suspeita de matar Luiz Marcelo Antônio Ormond. Além disso, agentes realizam, desde cedo, diligências para encontrar Júlia e tentam captar novas provas que possam ajudar na investigação.
Nesta segunda-feira, quatro testemunhas prestaram depoimento. Entre elas, estão Yuri Carvalho de Souza, balconista da farmácia que atendeu e vendeu os remédios que teriam sido usados por Júlia para assassinar o companheiro.
Outras duas pessoas também foram ouvidas na segunda-feira: o ex-marido de Suyany, Orlando Ianoviche e um namorado de Júlia, identificado apenas como Jean, com quem ela mantinha um relacionamento - apesar do envolvimento com a vítima.
De acordo com o delegado, o depoimento do ex-marido da cigana não acrescentou no caso, uma vez que ele relatou problemas com a presa que nada têm a ver com esse crime - como acusações de Lei Maria da Penha e disputa pela guarda dos filhos, além de ameaças dela contra os próprios filhos.
Relembre o caso
Corpo do empresário foi encontrado em estado de decomposição no dia 20 de maio | Reprodução
O corpo do empresário Luiz Marcelo Antonio Ormond foi encontrado em estado de decomposição no dia 20 de maio. De acordo com a investigação da polícia, Júlia Andrade Cathermol Pimenta teria envenenado o companheiro com o doce três dias antes, no dia 17 de maio.
Imagens das câmeras de segurança do apartamento onde os dois moravam mostram o casal no dia do crime a caminho de casa. O homem aparece sonolento e tossindo, com um prato na mão – a "arma" do crime.
Além de Suyany Breschak, o amigo dela, Victor Ernesto de Souza Chaffin, também foi preso pelo crime de receptação por estar com o carro do empresário na Região dos Lagos. Até a publicação desta matéria, Júlia Andrade permanecia considerada como foragida da Justiça.
Brigadeiro envenenado: polícia ouve padrasto e mãe da suspeita de matar ex-namoradoDelegado responsável pela investigação acredita que os dois sabem o paradeiro de Júlia AndradeCidades2024-06-04T22:54:18.189Z A Polícia Civil ouve nesta terça-feira (4), duas novas testemunhas do caso do no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. Estão na delegacia o padrasto e a mãe da suspeita pelo crime, que está foragida, mas pode se entregar a qualquer momento. O delegado responsável pela investigação, Marcos André Buss, acredita que os dois sabem o paradeiro de Júlia Andrade Carthemol Pimenta, suspeita de matar Luiz Marcelo Antônio Ormond. Além disso, agentes realizam, desde cedo, diligências para encontrar Júlia e tentam captar novas provas que possam ajudar na investigação. Nesta segunda-feira, quatro testemunhas prestaram depoimento. Entre elas, estão Yuri Carvalho de Souza, balconista da farmácia que atendeu e vendeu os remédios que teriam sido usados por Júlia para assassinar o companheiro. Outras duas pessoas também foram ouvidas na segunda-feira: o ex-marido de Suyany, Orlando Ianoviche e um namorado de Júlia, identificado apenas como Jean, com quem ela mantinha um relacionamento - apesar do envolvimento com a vítima. De acordo com o delegado, o depoimento do ex-marido da cigana não acrescentou no caso, uma vez que ele relatou problemas com a presa que nada têm a ver com esse crime - como acusações de Lei Maria da Penha e disputa pela guarda dos filhos, além de ameaças dela contra os próprios filhos. Relembre o caso O corpo do empresário Luiz Marcelo Antonio Ormond foi encontrado em estado de decomposição no dia 20 de maio. De acordo com a investigação da polícia, Júlia Andrade Cathermol Pimenta teria envenenado o companheiro com o doce três dias antes, no dia 17 de maio. Imagens das câmeras de segurança do apartamento onde os dois moravam mostram o casal no dia do crime a caminho de casa. O homem aparece sonolento e tossindo, com um prato na mão – a "arma" do crime. Além de Suyany Breschak, o amigo dela, Victor Ernesto de Souza Chaffin, também foi preso pelo crime de receptação por estar com o carro do empresário na Região dos Lagos. Até a publicação desta matéria, Júlia Andrade permanecia considerada como foragida da Justiça. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/brigadeiro-envenenado-policia-ouve-os-pais-da-mulher-que-matou-ex-namorado
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