Política

Paraná Pesquisas: Marina e Tebet lideram sobre Derrite para o Senado em SP

Ex-ministras são cotadas para compor chapa de Fernando Haddad na corrida pelo governo paulista

Avatar de SBT News
SBT News
16/04/2026, 18:04 • Atualizado em 16/04/2026, 18:34
compartilhar
Marina Silva e Simone Tebetr comandaram os ministérios do Meio Ambiente e do Planejamento e Orçamento, respectivamente | Marcelo Camargo/Agência Brasil - Washignton Costa/MPO

Marina Silva e Simone Tebetr comandaram os ministérios do Meio Ambiente e do Planejamento e Orçamento, respectivamente | Marcelo Camargo/Agência Brasil - Washignton Costa/MPO

Levantamento do Paraná Pesquisa divulgado nesta quinta-feira (16) mostra que as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) estão à frente na corrida pelo Senado em São Paulo. Logo atrás vem o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), que comandou a Secretaria de Segurança Pública no governo Tarcísio de Freitas (Republicanos).

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

A pesquisa testa três cenários, que incluem também os nomes dos deputados Ricardo Salles (Novo-SP) e Paulinho da Força (Solidariedade-SP). Dos cotados do PL para a disputa, o vice-prefeito de São Paulo, Coronel Mello Araújo, é quem aparece com o maior número de intenções de voto, seguido do deputado federal Mário Frias e do presidente da Alesp, André do Prado.

Ainda há indefinição sobre qual será a chapa completa de Fernando Haddad na missão dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de confrontar Tarcísio no maior colégio eleitoral do país. Tebet, que trocou o MDB pelo PSB e migrou o título eleitoral do Mato Grosso do Sul para São Paulo, já é dada como certa no ticket eleitoral. Resta agora definir quem será o vice de Haddad: se Marina ou o ex-ministro Márcio França (PSB), que já governou o estado e tentou, sem sucesso, ser o escolhido de Lula para encabeçar a chapa.

A intenção é sobretudo dar ao petista a plataforma necessária para ter um bom desempenho no estado como foi em 2022, ciente de que hoje a maioria do eleitorado paulista está inclinado a votar no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Encurtar a diferença dessa derrota é o movimento-chave para catapultar Lula a um quarto mandato no Planalto.

Da mesma forma, Tarcísio ainda costura um acordo pelo segundo nome que apadrinhará ao Senado – o primeiro é Derrite, aliado próximo e personificação de sua bandeira de endurecimento penal e combate ao crime organizado. A decisão está alinhada à vontade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que mesmo em prisão domiciliar vem sendo consultado sobre as eleições de outubro.

O Paraná Pesquisas entrevistou 1.600 eleitores em 80 municípios do Estado de São Paulo de 11 a 14 de abril de 2026. A margem de erro do levantamento é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é SP-00378/2026.

Leia os cenários para o Senado:

Cenário 1

  • Marina Silva: 37,8%
  • Simone Tebet: 32,9%
  • Guilherme Derrite: 27,4%
  • Ricardo Salles: 19,2%
  • Paulinho da Força: 15,1%
  • Nenhum / Branco / Nulo: 12,4%
  • André do Prado: 9,8%
  • Não sabe / não opinou: 6,8%

Cenário 2

  • Marina Silva: 37,7%
  • Simone Tebet: 32,3%
  • Guilherme Derrite: 26,8%
  • Ricardo Salles: 18,2%
  • Paulinho da Força: 14,8%
  • Mario Frias: 13,4%
  • Nenhum / Branco / Nulo: 12,3%
  • Não sabe/não opinou: 6,3%

Cenário 3

  • Marina Silva: 37,4%
  • Simone Tebet: 32,6%
  • Guilherme Derrite: 26,7%
  • Ricardo Salles: 18,3%
  • Coronel Mello Araujo: 18,1%
  • Paulinho da Força: 13,8%
  • Nenhum / Branco / Nulo: 11,9%
  • Não sabe / não opinou: 5,9%

Rejeição

  • Marina Silva: 28,2%
  • Paulinho da Força: 24,1%
  • Simone Tebet: 19,7%
  • Coronel Mello Araujo: 17,8%
  • Mario Frias: 16,3%
  • Guilherme Derrite: 14,7%
  • Ricardo Salles: 12,8%
  • André do Prado: 11,4%
  • Não sabe / não opinou: 18,8%
  • Poderia votar em todos: 7,0%.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Galípolo: EUA atacam Pix para inventar lógica do tarifaço

Galípolo: EUA atacam Pix para inventar lógica do tarifaço

Imagem da notícia: Durigan: tarifaço dos EUA é 'interferência externa’

Durigan: tarifaço dos EUA é 'interferência externa’

Imagem da notícia: Alckmin chama novo tarifaço dos EUA de injusto e descabido

Alckmin chama novo tarifaço dos EUA de injusto e descabido

Imagem da notícia: Tarifa dos EUA pode custar US$ 11 bi ao Brasil

Tarifa dos EUA pode custar US$ 11 bi ao Brasil

Imagem da notícia: Galípolo: EUA atacam Pix para inventar lógica do tarifaço

Galípolo: EUA atacam Pix para inventar lógica do tarifaço

Imagem da notícia: Durigan: tarifaço dos EUA é 'interferência externa’

Durigan: tarifaço dos EUA é 'interferência externa’

Imagem da notícia: Alckmin chama novo tarifaço dos EUA de injusto e descabido

Alckmin chama novo tarifaço dos EUA de injusto e descabido

Imagem da notícia: Tarifa dos EUA pode custar US$ 11 bi ao Brasil

Tarifa dos EUA pode custar US$ 11 bi ao Brasil

Últimas notícias

Trump irá à final da Copa entre Argentina e Espanha

Presidente dos EUA também participará de uma recepção oficial da Fifa antes da decisão, segundo a Casa Branca

Anvisa manda recolher água mineral após detectar bactéria

Empresa iniciou recolhimento voluntário de lotes da Mamba Water; microrganismo já havia sido encontrado em produtos da Ypê e Crystal

Tarifaço dos EUA: o que é a Lei de Reciprocidade Econômica?

Lei de 2025 pode ser acionada contra os EUA após taxação de produtos brasileiros em 25%

Tarifaço: Vieira diz que Rubio ataca Lula de forma arrogante

Chanceler disse que taxas têm 'motivação política' e que novas tarifas foram oficializadas porque Brasil não se curvou a 'demandas irrazoáveis' dos EUA

Ebola: dois meses após alerta da OMS, casos seguem avançando

Doença já provocou 719 mortes na RD do Congo e continua se espalhando; número real de infectados pode ser maior do que o registrado oficialmente

SP defende lei em caso de sonegação bilionária de ICMS

Secretário da Fazenda afirma que legislação protege os recursos públicos enquanto investigação apura fraude de R$ 3,8 bilhões com créditos irregulares de ICMS