Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
O crime ocorreu na última sexta-feira (11), dentro de um hospital do município. De acordo com as investigações, o casal teria pago R$ 500 a um intermediador, que repassou o valor à mãe biológica da criança — uma mulher em situação de extrema vulnerabilidade social.
Durante a audiência de custódia, o MPAM pediu que as prisões em flagrante fossem convertidas em preventivas, mas a juíza inicialmente optou por medidas cautelares.
Após o recurso do Ministério Público, a Justiça reconsiderou e decretou a prisão preventiva dos três envolvidos. A magistrada entendeu que os suspeitos agiram de forma grave ao se aproveitarem da fragilidade da mãe da criança.
Além disso, também pesaram na decisão a falta de vínculos dos envolvidos com o Estado do Amazonas, como residência fixa ou emprego, o que aumenta o risco de fuga e de reincidência.
Condições sociais precárias
Para o promotor de Justiça Gérson de Castro Coelho, o Ministério Público atua para proteger a sociedade e garantir que os responsáveis por crimes graves respondam de forma adequada.
“Cabe ao Ministério Público, como fiscal da lei e defensor da sociedade, analisar com responsabilidade as circunstâncias do crime e as condições pessoais dos envolvidos para garantir que medidas adequadas sejam adotadas”, destacou.
O casal foi detido em flagrante ao tentar sair do hospital com o bebê.
Justiça decreta prisão de trio envolvido em tentativa de compra de bebê no AmazonasO crime ocorreu na última sexta-feira (11), dentro de um hospital do município de ManacapuruCidades2025-07-16T14:24:15.706ZA Justiça do Amazonas decretou a prisão preventiva de um casal de São Paulo e de um agente local suspeitos de. A decisão foi tomada após recurso apresentado pelo Ministério Público do Estado (MPAM), que considerou a gravidade do caso e os riscos à investigação. + O crime ocorreu na última sexta-feira (11), dentro de um hospital do município. De acordo com as investigações, o casal teria pago R$ 500 a um intermediador, que repassou o valor à mãe biológica da criança — uma mulher em situação de extrema vulnerabilidade social. Durante a audiência de custódia, o MPAM pediu que as prisões em flagrante fossem convertidas em preventivas, mas a juíza inicialmente optou por medidas cautelares. Após o recurso do Ministério Público, a Justiça reconsiderou e decretou a prisão preventiva dos três envolvidos. A magistrada entendeu que os suspeitos agiram de forma grave ao se aproveitarem da fragilidade da mãe da criança. Além disso, também pesaram na decisão a falta de vínculos dos envolvidos com o Estado do Amazonas, como residência fixa ou emprego, o que aumenta o risco de fuga e de reincidência. Condições sociais precárias Para o promotor de Justiça Gérson de Castro Coelho, o Ministério Público atua para proteger a sociedade e garantir que os responsáveis por crimes graves respondam de forma adequada. + “Cabe ao Ministério Público, como fiscal da lei e defensor da sociedade, analisar com responsabilidade as circunstâncias do crime e as condições pessoais dos envolvidos para garantir que medidas adequadas sejam adotadas”, destacou. O casal foi detido em flagrante ao tentar sair do hospital com o bebê. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/justica-decreta-prisao-de-trio-envolvido-em-tentativa-de-compra-de-bebe-em-manacapuru
Rombo das estatais federais atinge R$ 7,8 bi e bate recorde
Déficit no primeiro semestre é o dobro ante o mesmo período de 2025 e já supera o buraco de todo o ano de 2024; Correios são os principais responsáveis