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VÍDEO: Trump mostra dedo do meio após ser chamado de 'protetor de pedófilos' por manifestantes

Cena ocorre em um momento em que presidente dos EUA enfrenta crescente pressão para divulgar os chamados "arquivos Epstein"

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mostrou o dedo do meio em resposta a pessoas que o acusavam de ser um "protetor de pedófilos". A cena, registrada em vídeo, ocorreu nesta terça-feira (13), durante uma visita do republicano a uma fábrica da Ford em Michigan.

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No vídeo, de aproximadamente 15 segundos, é possível ouvir uma pessoa gritando do chão da fábrica da Ford enquanto Trump observa de uma grade. O site de notícias TMZ, que divulgou o registro em primeira mão, afirmou que Trump gritou obscenidades antes de mostrar o dedo do meio.

O diretor de comunicação da Casa Branca, Steven Cheung, não confirmou nem desmentiu a informação de que Trump teria feito o gesto. Ao jornal britânico The Guardian, ele se limitou a afirmar que o presidente deu uma "resposta apropriada e inequívoca" quando "um lunático estava gritando palavrões descontroladamente em um acesso completo de raiva".

Os gritos e a reação de Trump ocorrem em um momento em que o presidente enfrenta crescente pressão para divulgar os chamados arquivos Epstein, documentos que devem expor com mais detalhes as atividades do financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais. O Departamento de Justiça divulgou menos de 1% dos autos, segundo documentos judiciais da primeira semana de janeiro.

Uma lei federal exigiu a divulgação integral dos arquivos Epstein em meados de dezembro, mas o material ainda não foi totalmente exposto, levando dois representantes dos EUA a pressionarem um juiz distrital para apressar o processo na semana passada. A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, que supervisiona a ação, afirma que ela foi desacelerada para proteger a identidade das vítimas de Epstein.

Os documentos que foram divulgados até o momento estão bastante censurados e revelam pouco, o que suscita questionamentos incisivos por parte de importantes democratas sobre o que está sendo omitido. Trump, que já foi fotografado com Epstein e mantinha relação próxima com o financista, inicialmente resistiu à divulgação dos arquivos e chegou a desqualificar o material, classificando-o como uma "farsa".

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